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Crise Nutella, literalmente: Greve na França paralisa maior fábrica do creme

Crise na maior fábrica da Nutella pode afetar produção global de creme de avelã (Foto: AP Foto/Alberto Pellaschiar, File)
Crise na maior fábrica da Nutella pode afetar produção global de creme de avelã (Foto: AP Foto/Alberto Pellaschiar, File)

Se a Nutella acabar nas prateleiras dos supermercados, não se assuste. A maior fábrica de creme de avelã do mundo, localizada na região da Normândia, na França, está há quase uma semana paralisada por uma greve.

O sindicato local bloqueou as entradas do estabelecimento, que produz 600 mil potes de dia, com caminhões, impedindo qualquer circulação de mercadoria. Para se ter ideia, a fábrica é responsável por um quarto da produção global da delícia.

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Após seis dias de freve, a Ferrero, dona da marca, ameaçou multar os grevistas na última segunda-feira (3). Em conversa, o patronal afirmou que o bloqueio está afetando diretamente o faturamento global da empresa.

O sindicato segue firme na reivindicação de 4,5% de aumento, bônus de 900 euros e melhores condições de trabalhos. Segundo o órgão, 160 dos 350 funcionários estão participando do protesto.

No momento, a Ferrero ofereceu 1,7% de aumento para trabalhadores que recebem o piso salarial, além de um bônus de zero a 400 euros, dependendo do resultado da empresa. O sindicato afirma que valores não condizem com com o custo de vida local.

A próxima negociação está marcada para o dia 13 de junho. Até lá, melhor estocar Nutella.

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