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Greve em portos da Argentina atrasa embarques avaliados em US$1,458 bi, diz bolsa

Hugh Bronstein e Maximilian Heath
·1 minuto de leitura
Navios na região de Santa Fe, na Argentina, durante greve de trabalhadores portuários

Por Hugh Bronstein e Maximilian Heath

BUENOS AIRES (Reuters) - Os carregamentos de 162 navios estão atrasados em portos de grãos e produtos agroindustriais da Argentina, afetando embarques avaliados em 1,458 bilhão de dólares, devido a uma greve de sindicatos na maioria dos terminais do país, disse nesta terça-feira uma analista de mercados da Bolsa de Comércio de Rosario (BCR).

As atividades portuárias e de processamento de grãos da Argentina têm sido afetadas desde 9 de dezembro, quando dois sindicatos de trabalhadores do setor de oleaginosas e uma organização de inspetores de grãos iniciaram uma greve no país, um dos maiores exportadores de alimentos do mundo.

"A partir da informação da situação dos navios publicada pela agência marítima NABSA, sabemos que em 28 de dezembro havia um total de 162 navios em espera para acessar o trecho (portuário)", afirmou Desiré Sigaudo, analista da BCR.

"Estima-se, segundo programações de embarques, que estes navios devem carregar 3,4 milhões de toneladas de diferentes produtos agrícolas e agroindustriais, a um valor aproximado de 1,458 bilhão de dólar", disse ela à Reuters.

Sindicatos do setor de oleaginosas e empresas agroexportadoras realizavam uma reunião nesta terça para tentar destravar o conflito, originado por uma demanda salarial. Os inspetores de grãos negociam com outra câmara e, segundo um membro do sindicato, o diálogo não está tão avançado quanto o que envolve os trabalhadores de oleaginosas.