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Greve dos caminhoneiros terá força em Santos, diz presidente de sindicato

·1 min de leitura
Caso não haja resposta efetiva do Governo quanto aos direitos dos caminhoneiros autônomos, paralisação geral começará em novembro. Foto: Getty Images.
Caso não haja resposta efetiva do Governo quanto aos direitos dos caminhoneiros autônomos, paralisação geral começará em novembro. Foto: Getty Images.
  • Caminhoneiros afirmam que paralisação será representativa em Santos;

  • A categoria planeja começar a greve caso o governo não atenda as demandas em até 15 dias

  • Será a primeira greve a juntar as entidades do setor desde a eleição de Bolsonaro.

Após a declararem greve a partir deste sábado (16), representantes de caminhoneiros dizem que esta, possivelmente, terá força no município de Santos, em São Paulo. Luciano Santos, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) afirma que, caso não haja resposta efetiva do Governo quanto aos direitos dos caminhoneiros autônomos, a partir do dia 1°, o Brasil ficará parado.

Leia também:

A categoria vai começar a paralisação nacional, caso o governo federal não atenda às reinvindicações do setor em até 15 dias, contando último sábado (16).

Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), disse que o estado de greve é uma resposta à ineficácia diante das demandas feitas pelo setor ao governo Bolsonaro.

Segundo Litti, a pauta da categoria já é de conhecimento de Tarcísio de Freitas, ministro da Infraestrutura, há anos. Atualmente, o momento de dificuldade da categoria é o pior. Para o diretor, o chamamento para a greve é um respaldo de 1 milhão de trabalhadores e pessoas que participarão.

Se a paralisação acontecer no primeiro dia de novembro, será a primeira vez desde 2018 que o conjunto de entidades se reúne em greve. Naquela época, a categoria era considerada base eleitoral do atual presidente do Brasil.

O descontentamento cresceu com o não cumprimento das promessas feitas por Jair Bolsonaro e diante das altas dos preços do óleo diesel. O tema se tornou unanimidade entre as lideranças do setor.

As informações são do Estadão.

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