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Greve dos caminhoneiros não provocará desabastecimento

·1 min de leitura
Greve dos caminhoneiros
Paralização segue confirmada para dia 1º de novembro

(NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)

  • Transportadoras não aderirão à greve dos caminhoneiros

  • Dessa forma, não há risco de desabastecimento

  • Informação foi dada ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, durante reunião

O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte), Vander Costa, confirmou que as transportadoras não devem aderir à greve dos caminhoneiros. Assim, não haverá risco de desabastecimento mesmo com a paralização da categoria.

A informação foi dada durante uma reunião, nesta terça-feira (26), com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Segundo o portal Poder360, o encontro teve como objetivo “debater a segurança do transporte de cargas no Brasil em uma eventual paralisação dos caminhoneiros autônomos”.

Leia também:

Contrária à greve marcada para 1º de novembro, a CNT disse que as transportadoras só pararão caso haja riscos para trafegar nas estradas durante os protestos.

Paralização confirmada

Nesta quarta-feira (27), o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que a greve segue de pé e afirmou “não haver chance de recuo”.

Uma reunião seria realizada hoje (28) com o presidente Jair Bolsonaro, mas foi cancelada na segunda-feira (25) devido à presença de ministros, como Tarcísio de Freitas, que sugeriu uma elevação no preço dos fretes para compensar o aumento do combustível.

A categoria já dá indício de greve há mais de um mês. Suas principais demandas são a redução do preço do diesel, e a inclusão da categoria no sistema de aposentadoria especial.

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