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Greve dos caminhoneiros afeta trabalhos no Porto de Santos

·2 min de leitura
A greve dos caminhoneiros, que começou em 1º de novembro, não paralisou o país como o prometido, mas está comprometendo a operação do Porto de Santos, o maior do Brasil. (REUTERS/Paulo Whitaker)
  • ABTTC está acusando os grevistas de impedirem o trabalho normal no Porto

  • 80% do Porto de Santos está funcionando normalmente, apesar da greve dos caminhoneiros

  • Polícia precisou dispersar manifestantes na madrugada de 1º de novembro

A greve dos caminhoneiros, que começou em 1º de novembro, não paralisou o país como o prometido, mas está comprometendo a operação do Porto de Santos, o maior do Brasil.

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De acordo com a Associação Brasileira dos Terminais Retroportuários e das Transportadoras de Contêineres (ABTTC), as atividades dos terminais – de armazenagem, recepção e reparo de contêineres vazios – seguem impedidas por causa da manifestação promovida pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam).

A associação acusa os grevistas de impedir que as empresas trabalhem com as suas frotas próprias. "Há inúmeros relatos de nossos associados informando danos aos veículos que tentam desempenhar as suas atividades, forçando as empresas evitarem colocar seus veículos em operação, prejudicando ainda mais o escoamento das mercadorias de exportação", afirma a ABTTC.

A associação reconhece a ‘legitimidade das reivindicações da categoria’, porém, afirma que é primordial que esses atos não gerem prejuízo para às empresas que necessitem manter suas atividades em funcionamento. "O Porto de Santos não merece ter a sua imagem maculada por movimentos extremos e desnecessários como os que estão ocorrendo com os transportadores autônomos de contêineres liderados por seus sindicatos representativos", afirma a ABTTC.

O Ministério da Infraestrutura tem monitorado as manifestações desde o primeiro dia e não há, neste momento, registros de paralisações em rodovias, mas apenas no porto de Santos. As informações são de que cerca de 80% da estrutura de Santos opera normalmente e que 20% das embarcações estão sendo afetadas pela diminuição de volume, principalmente de contêineres.

Greve começou com atos no acesso ao Porto de Santos

Durante a madrugada de 1º de novembro, uma série de manifestantes foram dispersados pela Polícia Militar do Estado de São Paulo no acesso ao Porto de Santos. De acordo com a PM, a situação ocorreu devido a atos de vandalismo. "Criminosos lançaram pedras em veículos que transitavam e danificaram um carro guincho da concessionária Ecovias. A Polícia Rodoviária Federal fez a escolta de cerca de 25 caminhões durante a noite evitando qualquer retenção na via", informou o Minfra, na ocasião.

O ministério tem oferecido escolta para os comboios de caminhões de empresas que chegam ao local. Representantes da pasta devem se reunir hoje com as transportadoras para buscar uma forma de alinhar e reforçar a segurança dos que seguem para os terminais do litoral paulista.

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