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Grêmio encerra seca de dez jogos, vence Flamengo no Maracanã e ganha fôlego na luta contra o Z-4

·2 minuto de leitura

O Flamengo estava transformando a rivalidade recente com o Grêmio em uma freguesia. Invicto nos últimos dez jogos, detinha a maior sequência do século e também do rubro-negro na história do confronto. Mas tudo veio por água abaixo após uma atuação apática e irreconhecível no Maracanã. Ontem, o ferrolho gaúcho de Luiz Felipe Scolari fez a diferença para vencer por 1 a 0, no Maracanã, com gol marcado pelo colombiano Miguel Borja. Pior para Renato Gaúcho.

O fim da seca deixa o Grêmio muito próximo de sair da zona de rebaixamento — está em 17º lugar com 22 pontos, apenas um atrás do Juventude, 16º. Já o Flamengo segue na terceira colocação, com 34 e se afasta do líder Atlético-MG.

Tamanha supremacia no confronto recente talvez tenha influenciado negativamente ao Flamengo, que entrou sonolento e em rotação mais baixa que o normal em campo. A sensação era de os rubro-negros acharam que poderiam vencer quando quisessem — muito influenciado pelas vitórias por 4 a 0, na Arena, e 2 a 0, no Maracanã, nos últimos jogos. Lá, bastou fazer o mínimo para dominar o adversário. Ontem, porém, o jogo teve desenho diferente.

No terceiro capítulo da trilogia, o Grêmio se adaptou e mudou de estratégia. Se antes tentava marcar pressão e acabava dando espaços, agora manteve a linhas baixas e apostava no bom pivô de Miguel Borja e na velocidade de Ferreirinha para assustar. Deu certo: ao mesmo tempo que conseguia conter a troca de passes do Flamengo, assustava nos contra-ataques. No último lance da primeira etapa, achou seu gol exatamente com esta dupla. O ponta cruzou, o centroavante cabeceou sem chances para Diego Alves.

Na comemoração, o clima esquentou. Borja, que já vinha se estranhando com Diego Alves e Rodrigo Caio, provocou a dupla após o tento. Gabigol tomou as dores e foi tirar satisfação. Diego Souza, que estava no banco de reservas do Grêmio, partiu para cima do camisa 9 do Flamengo. A confusão se arrastou até os corredores do Maracanã e Renato Gaúcho e Rafinha tiveram que fazer o papel de conciliadores com seus grupos.

O reflexo da confusão foi uma segunda etapa com mais paralisações para reclamar com a arbitragem do que chances de gol. As substituições de Felipão, que deixava o Grêmio cada vez mais fechado, foram o espelho das opções de Renato Gaúcho, que apostava as suas fichas em atacantes como Kenedy, que fez a sua estreia pelo rubro-negro. Porém, a pouca inspiração da equipe não conseguiu superar o muro gaúcho.

Borja ainda teve a chance de ampliar no fim, mas Diego Alves pegou o pênalti do colombiano nos minutos finais. Ainda assim, os gaúchos garantiram a vitória.

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