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Grécia tem greves e protestos contra lei trabalhista

·1 minuto de leitura
Manifestantes durante um protesto contra uma lei trabalhista em Atenas, Grécia, em 16 de junho de 2021

Milhares de gregos realizaram manifestações e greves pela segunda vez em uma semana contra um polêmico projeto de lei trabalhista que foi aprovado pelo Parlamento na noite desta quarta-feira (16).

Um total de 158 deputados do partido governista Nova Democracia (direita), dos 300 do Legislativo, votaram a favor.

Os transportes públicos em Atenas, as ligações marítimas com as ilhas gregas e vários serviços públicos pararam ou encerraram nesta quarta-feira para protestar contra esta lei que prevê horários de trabalho flexíveis e limita o direito à greve.

Além disso, mais de 7.000 pessoas se manifestaram na capital pela manhã, segundo a polícia, e outras 9.000 em frente ao Parlamento durante a noite.

O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, argumenta que essa reforma é "profundamente favorável ao crescimento" e está de acordo com os padrões europeus em um país onde, segundo ele, um em cada quatro trabalhadores não está totalmente declarado.

A nova lei permite flexibilizar o horário - autorizando dez horas de trabalho -, estabelece regras para o teletrabalho, melhora a prevenção contra o assédio sexual e as condições de licença parental.

Ao mesmo tempo, impõe um atendimento mínimo nas greves no setor público e responsabiliza criminalmente os sindicatos, com possibilidade de multas, pelo descumprimento.

O secretário-geral do partido comunista, Dimitris Koutsoumbas, garantiu que a reforma legaliza uma espécie de "selva" no trabalho onde os funcionários ficarão "totalmente indefesos".

Na semana passada, 16.000 pessoas participaram de diferentes concentrações organizadas em Atenas por sindicatos e partidos de oposição que se opõem a essa reforma.

jph/mr/els/dbh/tjc/ap/mvv

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