Mercado fechará em 6 h 39 min
  • BOVESPA

    113.281,34
    -783,02 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.464,27
    +125,93 (+0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,91
    -0,39 (-0,53%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -5,70 (-0,33%)
     
  • BTC-USD

    41.151,45
    -2.503,73 (-5,74%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.018,98
    -89,94 (-8,11%)
     
  • S&P500

    4.448,98
    +53,34 (+1,21%)
     
  • DOW JONES

    34.764,82
    +506,50 (+1,48%)
     
  • FTSE

    7.052,01
    -26,34 (-0,37%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.185,25
    -118,25 (-0,77%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2556
    +0,0306 (+0,49%)
     

Governo venezuelano e oposição iniciarão diálogo em 13 de agosto no México, dizem fontes

·1 minuto de leitura
Líder da oposição venezuelana Juan Guaidó

CARACAS (Reuters) - As negociações entre delegações do governo venezuelano e da oposição devem começar em 13 de agosto no México, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

O diálogo seria mediado por atores internacionais e com o apoio da Noruega, que intermediou uma tentativa anterior de negociação em 2019, que buscava amenizar a profunda crise política no país sul-americano.

As fontes disseram que as datas ainda podem mudar e que o início no dia 15 de agosto também é possível.

Os nomes dos membros das delegações ainda estão sendo determinados, disseram as fontes. Um dos consultados acrescentou que não há precisão da cidade-sede.

O presidente Nicolás Maduro disse que está disposto a negociar com a oposição e indicou que a agenda deveria se concentrar na suspensão das sanções norte-americanas, que buscam pressioná-lo a deixar o poder.

O líder da oposição, Juan Guaidó, afirmou que a oposição quer usar as negociações para obter garantias de eleições livres e justas.

O governo do presidente dos EUA, Joe Biden, disse que poderia revisar a política de sanções, mas ainda não relaxou as medidas que limitam os setores financeiro e de petróleo.

Washington reconhece Guaidó como legítimo líder da Venezuela e questiona a reeleição de Maduro em 2018.

(Reportagem de Brian Ellsworth e Mayela Armas)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos