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Governo vai revisar projeção de alta do PIB em 2022 de 1,5% para 2%, dizem fontes

Prédio do Ministério da Economia em Brasília

Por Bernardo Caram e Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - A projeção oficial do governo para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2022 será revisada de 1,5% para 2%, informaram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto, em um movimento de melhora que também tem sido observado nas avaliações de mercado, mas em menor intensidade.

A apresentação pelo Ministério da Economia da nova grade de parâmetros do governo, usada para acompanhamento das contas públicas, está marcada para quinta-feira. Os dados servem de base para avaliar o movimento das receitas e despesas federais.

Segundo o boletim Focus mais recente, que coleta as projeções de mercado para indicadores econômicos, o PIB brasileiro deve crescer 1,59% neste ano. A estimativa dos analistas na semana anterior estava em 1,51%, enquanto a do início do ano havia ficado em 0,3%.

O setor de serviços teve um crescimento acima do esperado em maio, enquanto a produção industrial registrou o quarto mês seguido de ganhos, ainda que abaixo do esperado. O mercado de trabalho também tem surpreendido positivamente.

Com a atividade mais aquecida, o governo tende a estimar uma arrecadação tributária mais forte. Os recordes registrados até o momento nas receitas federais vêm sendo usados como argumento pela equipe econômica para dar aval a medidas com cortes tributários e ao pacote para turbinar benefícios sociais em ano eleitoral.

Em junho, o Banco Central também revisou sua estimativa para o crescimento do Brasil neste ano de uma alta de 1,0% para 1,7%, ponderando que a incerteza em relação às projeções segue maior do que a usual.

Mesmo com a melhora, o diretor de Política Econômica do BC, Diogo Guillen, afirmou na segunda-feira que o crescimento econômico acima do esperado no primeiro semestre foi, em grande parte, transitório. A autoridade monetária também tem afirmado que o efeito da alta de juros no país provocará desaceleração no segundo semestre.

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