Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.380,49
    -948,51 (-0,80%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.683,55
    -126,65 (-0,28%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,16
    -0,11 (-0,21%)
     
  • OURO

    1.854,50
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    32.837,07
    +47,75 (+0,15%)
     
  • CMC Crypto 200

    669,76
    +59,77 (+9,80%)
     
  • S&P500

    3.841,47
    -11,60 (-0,30%)
     
  • DOW JONES

    30.996,98
    -179,02 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.695,07
    -20,35 (-0,30%)
     
  • HANG SENG

    29.704,28
    +256,43 (+0,87%)
     
  • NIKKEI

    28.716,67
    +85,22 (+0,30%)
     
  • NASDAQ

    13.445,50
    +84,00 (+0,63%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6547
    +0,0027 (+0,04%)
     

Governo Trump desiste de banir Alibaba, Tencent e Baidu, dizem fontes

Alexandra Alper e Humeyra Pamuk
·1 minuto de leitura
Logo do grupo Alibaba em evento em Hangzhou

Por Alexandra Alper e Humeyra Pamuk

WASHINGTON (Reuters) - O governo dos Estados Unidos descartou planos de colocar numa lista de sanções os gigantes tecnológicos chineses Alibaba, Tencent e Baidu, disseram quatro pessoas familiarizadas com o assunto, dando um breve alívio às empresas da China em meio a uma repressão mais ampla dos EUA.

Altos funcionários do governo norte-americana consideravam planos para adicionar as empresas a uma lista de supostas empresas militares chinesas, o que as teria submetido a uma nova proibição de investimentos nos EUA.

Mas o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, amplamente visto como tendo uma postura mais pacífica em relação à China, recuou, congelando os planos, disseram as pessoas. Mesmo assim, o governo planeja avançar esta semana com um plano para incluir outras nove empresas chinesas à lista, disse uma das pessoas.

Os Departamentos do Tesouro e de Estado e o Pentágono não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

A decisão abrupta dá um alívio as profundas divisões dentro de Washington em relação à China, com o presidente Donald Trump tentando consolidar seu legado duro com a China e passar para o presidente eleito Joe Biden medidas agressivas contra a segunda maior economia do mundo.

No mês passado, a Casa Branca adicionou a maior fabricante de chips da China, SMIC, e a gigante do petróleo CNOOC à lista de sanções. Trump também proibiu em janeiro transações nos Estados Unidos com oito aplicativos chineses, incluindo o Alipay, do Ant Group.

As relações entre Washington e Pequim azedaram no ano passado após a reação da China em relação ao coronavírus e sua repressão às liberdades em Hong Kong.