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Governo de SP afirma que ainda não há solução para repor estoque de kit intubação

ISABELA PALHARES
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ainda não há definição de como será reposto o estoque de kit intubação em São Paulo para os próximos dias. Segundo Jean Gorintcheyn, secretário estadual de Saúde, o estado está há semanas equilibrando ações para que os medicamentos não faltem nos hospitais. O Ministério da Saúde não tem enviado kits em número necessários aos estados e municípios. Também passou a fazer requisições administrativas que obrigam as fábricas a destinar o excedente de sua produção para a pasta, o que na prática impede a compra direta por prefeitos e governadores. Segundo Gorintcheyn, o estoque atual "conforta por mais alguns dias" os hospitais estaduais. No entanto, ele diz que é preciso fornecer os medicamentos também aos municípios para não deixar as unidades municipais desassistidas. A estimativa é que o estoque seja suficiente para atender a demanda dos hospitais de 7 a 9 dias. Não há definição do que poderá ser feito após esse período, já que o Ministério da Saúde ainda não informou a previsão de envio dos medicamentos. O governador João Doria (PSDB) anunciou na terça (13) que vai fazer a compra emergencial, no exterior, dos kits. No entanto, segundo Gorintcheyn, a aquisição nesse formato demanda mais tempo. Também não há previsão de quando os medicamentos dessa compra estarão disponíveis. "São Paulo autorizou a compra internacional, mas leva tempo. O que precisamos é da compra centralizada do Ministério da Saúde para todos os estados. Essa não é uma necessidade só de São Paulo", disse Gorintcheyn nesta quarta (14) no Instituto Butantan ao lado de Doria, onde acompanharam a entrega de novas doses da Coronavac ao governo federal. Ao menos desde o início de março, hospitais particulares e redes públicas de saúde alertam para o estoque baixo de medicamentos usados para a intubação de pacientes com Covid-19. O kit é composto por sedativos e neurobloqueadores, que são usados para relaxar a musculatura e ajudam os pacientes a permanecer com ventilação mecânica e a suportá-la. Em março, o ministério de determinou a requisição administrativa desses medicamentos. Segundo Gorintcheyn, em algumas unidades de saúde já há o uso de medicamentos alternativos pela falta dos que eram antes usados.