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Governo de São Paulo diminui reajustes no preço do gás natural para indústrias

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*ARQUIVO* Duto de chegada de gás natural na refinaria de Paulínia (SP). A Petrobras anunciou que vai reajustar os preços do gás natural produzido no Brasil e na Bolívia. (Paulinia (SP). 10.06.2005. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
*ARQUIVO* Duto de chegada de gás natural na refinaria de Paulínia (SP). A Petrobras anunciou que vai reajustar os preços do gás natural produzido no Brasil e na Bolívia. (Paulinia (SP). 10.06.2005. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo do estado de São Paulo anunciou na quinta-feira (26) que, a partir da próxima quarta (1º), o preço do gás sofrerá mudanças para as indústrias paulistas.

A mudança, afirma o governo em nota, é "decorrente dos reajustes trimestrais praticados pela Petrobras, que já acumulam um aumento de 48,7% apenas em 2021".

Cada distribuidora terá uma porcentagem diferente. O gás distribuído pela Naturgy (zona sul do estado) será reduzido de 41% para 25%, o da Comgás (Vale do Paraíba, Baixada Santista e regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas) de 25% para 16% e o da GBD (região noroeste do estado) de 15% para 6%.

"Vale lembrar que esse repasse do custo de gás, cujo único supridor atual é a Petrobras, é trimestral para o segmento industrial e anual para os segmentos residencial e comercial. Já a margem de distribuição é reajustada anualmente para todos os segmentos", afirma a nota.

O anúncio ocorre em meio a sucessivos reajustes da Petrobras e críticas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus apoiadores a respeito da taxação de combustíveis pelos estados. O atrito tem provocado discordância até em governadores que se identificam com o presidente.

Nesta segunda-feira (23), por exemplo, os governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), criticaram a pressão por cortes no ICMS dos combustíveis, principal linha de defesa de Bolsonaro contra a escalada dos preços.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), quer ser candidato a presidente em 2022 e tornou-se um dos maiores adversários políticos de Bolsonaro após rompimento em junho de 2019. A hostilidade entre os dois políticos aumentou durante a pandemia e com as divergências em relação à condução da crise sanitária.

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