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Governo reduz déficit para R$ 82 bilhões no ano, mas rombo é quinto maior da história

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*ARQUIVO* BRAASILIA, DF,  BRASIL,  22-10-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa na tarde de hoje, na sede do ministério. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRAASILIA, DF, BRASIL, 22-10-2021, 12h00: O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes durante coletiva de imprensa na tarde de hoje, na sede do ministério. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo central (que inclui Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central) registrou um déficit de R$ 82,4 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2021. O número representa uma melhora em relação ao rombo de três dígitos do mesmo período do ano passado, mas ainda assim é o quinto pior resultado para o período na série histórica (iniciada em 1997).

O resultado, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (28), mostra uma retração real de 88% do déficit de janeiro a setembro de 2021 frente a igual período de 2020 (quando houve um rombo de R$ 677,4 bilhões). A despesa total caiu 25% na comparação (para R$ 1,2 trilhão), enquanto a receita líquida subiu 26% (para R$ 1,1 trilhão).

No ano passado, o país enfrentava o primeiro ano da pandemia e o governo executava medidas com impacto fiscal mais forte -como o auxílio emergencial maior e adiamentos de impostos mais amplos.

De acordo com o Tesouro, a melhora é impulsionada tanto pela redução expressiva em despesas ligadas à crise da Covid-19 como pela melhora na arrecadação federal.

Considerando só o mês de setembro, houve um leve superávit de R$ 303 milhões. O resultado veio de maneira significativamente melhor que a mediana das expectativas de mercado coletadas pela pesquisa Prisma Fiscal, do Ministério da Economia, que indicava um déficit de R$ 17,9 bilhões no mês.

Esse resultado foi limitado principalmente pelo déficit na Previdência, de R$ 225,3 bilhões no mês. Já Tesouro Nacional e Banco Central ficaram no azul em R$ 142,8 bilhões no mês.

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