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Governo quer levar fibra óptica a mais 1,5 mil cidades até 2025

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

Novas metas de implantação de redes de fibra óptica foram publicadas nesta quinta-feira (28), com a previsão de que 1,5 mil cidades recebam a infraestrutura até 2025. Caso o objetivo seja atendido, a ideia é que 99% dos municípios brasileiros contem com a cobertura até 2024, com um total de 5,5 mil localidades espalhadas por todas as regiões do país.

As obrigações fazem parte do Plano Geral de Metas de Universalização e fazem parte dos contratos de concessão das empresas de telefonia fixa. Sendo assim, todos os custos relacionados ao cumprimento das metas ficam a cargo de empresas como Oi, Telefônica, Algar e Claro, que também devem seguir algumas normas na instalação dessa infraestrutura.

Entre os termos, está uma capacidade mínima de 10 Gbps do início ao fim do trecho para cada município, com o início da instalação já tendo de acontecer para que, até o final deste ano, 10% da extensão total da fibra óptica exigida já esteja instalada. O backhaul, como é chamada a rede, vai se conectar à infraestrutura nacional de telecomunicações, por onde trafegam os dados de internet por todo o país.

As novas metas publicadas no Diário Oficial da União também vêm para substituir obrigações antigas, que não foram cumpridas pelas concessionárias. Anteriormente, as obrigações impostas pelo PGMU previa a instalação de redes 4G em mais de mil municípios que ainda não contam com essa tecnologia. De acordo com o governo federal, a substituição pela infraestrutura de fibra óptica também envolve uma priorização destas localidades quando ocorrer o leilão do 5G no Brasil.

A lista de cidades que receberão as redes de fibra óptica ainda será elaborada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que tem um prazo de até três meses para apresentar a relação. A expectativa é que a região Norte do país seja a mais contemplada, pois já faz parte de programas de inclusão digital e ampliação do parque tecnológico que estão em andamento pelo Ministério das Comunicações desde setembro do ano passado.

Fonte: Canaltech

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