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Governo estuda aumento no custo de energia em 2022, diz jornal

·3 minuto de leitura
Estação elétrica. (Foto: Getty Images)
Estação elétrica. (Foto: Getty Images)
  • Governo já se prepara para novas crises hídricas no futuro.

  • Em simulação, ministério considera aumentar custos da energia a partir de 2022.

  • Simulações são realizadas pelo Ministério de Minas e Energia.

Reportagem do Valor Econômico revela que o governo já se preocupa com a possibilidade de novas crises hídricas atingirem o sistema elétrico no futuro, e considera em simulação aumentar o custo da energia a partir de 2022.

Leia também:

As simulações estão sendo realizadas, segundo o valor, pelo Ministério de Minas e Energia.

De acordo com o jornal, se o ajuste já fosse aplicado neste ano de 2021, haveria aumento extra de 4% nas contas de luz, numa manobra para cobrir despesas extra de R$8,57 bilhões.

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Com bacias com 9% da capacidade, sistema elétrico do Brasil sofre pressão

Informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam que algumas das bacias hídricas brasileiras, chaves para a manutenção do sistema elétrico, estão com apenas 9% de sua capacidade atualmente.

As informações são de reportagem do portal de notícias Metrópoles.

Segundo o texto, as hidrelétricas de Marimbondo (SP/MG) e de Itumbiara (GO/MG) têm os níveis mais críticos: 9,98% e 9,45% do total, respectivamente.

Aneel estima alta na conta de luz até para o ano que vem

A crise hídrica que atualmente atinge grandes regiões brasileiras é tão grave que a Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica, já estima até aumentos na conta de luz do ano que vem.

Segundo o diretor-geral da agência, André Pepitone, deve haver aumento de pelo menos 5% na conta de luz da população em 2022. As informações são de reportagem do portal de notícias G1.

E os aumentos atuais continuam: somente neste ano, os reajustes já chegam a 7% na conta, enquanto um novo aumento na bandeira tarifária, outro fator de encarecimento, deve elevar a mesma em 20%.

‘Seca do século’, pior em 111 anos, deve afeta produção de energia e agropecuária no Brasil

O governo federal brasileiro via Ministério de Minas e Energia está em alerta para o que os serviços meteorológicos classificam como “a pior seca dos últimos 111 anos” no Brasil. O alerta para a “seca do século” vale para as cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.

Esses estados se localizam na bacia do rio Paraná, onde há também centros de produção agropecuária e de energia hidrelétrica. As informações são de reportagem do jornal O Estado de S.Paulo.

Segundo o texto, a situação é “severa”, alerta inédito em 111 anos de atuação e registro de boletins meteorológicos. Essa seria a maior crise hídrica das últimos décadas.

Ainda de acordo com a reportagem, fenômenos meteorológicos como a La Niña são responsáveis pela alteração no regime de chuvas e escassez das mesmas.

Bolsonaro diz que situação energética 'vai dar dor de cabeça'

Com a seca, os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste terminam o período de chuvas com o pior nível desde 2015. Assim, a tendência é que as térmicas, mais caras poluentes, sejam acionadas.

O quadro é tão dramático que alguns especialistas apontaram que já poderíamos ter tido um racionamento em 2020 se não fosse a fraca demanda em razão da pandemia. O presidente Jair Bolsonaro disse a apoiadores no último dia 10 que o problema é sério e que "vai dar dor de cabeça". As informações são da Folha de S.Paulo.

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