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Governo está discutindo IVA acoplado com Estados, diz Guedes

Matheus Schuch
·2 minuto de leitura

Em entrevista coletiva, ele defendeu reforma tributária ampla, mas sem aumento de impostos O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi ao Palácio do Planalto nesta quarta-feira para falar sobre pontos da reforma tributária já enviada ao Congresso. Ao lado do relator da proposta, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), ele disse que uma das prioridades é tentar alcançar um “acoplamento” do Imposto Sobre Valor Agregado (IVA) em nível federal e estadual e que o assunto está sendo discutido com os governadores. Em entrevista coletiva, o ministro reforçou que não haverá aumento de impostos no país e garantiu que o governo trabalhará junto com os parlamentares para aperfeiçoar a reforma. Alan Santos/PR “Vamos trabalhar juntos. Entramos com o IVA [Imposto Sobre Valor Agregado] federal, já estamos conversando com Estados e municípios para fazer este alinhamento e o que a gente chama de um acoplamento do IVA federal com os estaduais. Ter um IVA integrado é o objetivo que queremos atingir”, disse Guedes. “Estamos muito confiantes em uma reforma ampla. É o primeiro passo, o do IVA. Depois vêm os impostos seletivos, Imposto de Renda, desoneração de folha. Tudo isso vem aí para frente”, acrescentou o ministro. Segundo ele, diferente do que ocorreu em outras épocas, em que o governo aumentava os gastos para depois aumentar impostos, agora isso não ocorrerá. Guedes, porém, não descarta tributar serviços que hoje estariam isentos, como novas atividades no meio digital. “Quero dar ênfase a isso que ele [Ribeiro] disse: não queremos aumentar impostos, não vamos aumentar impostos, é uma redistribuição de carga”, pontuou. “Podemos criar uma base ampla e nova, aí você pode tributar um pouco ali e reduzir o Imposto de Renda, eliminar alguns IPIs [impostos sobre produtos industrializados], reduzir cinco, seis ou dez impostos se tiver uma base que crie uma nova incidência para pessoas que não pagam, sejam pagamentos digitais, toda esta economia nova que está surgindo”, disse Guedes. O ministro ainda afirmou que há uma “economia digital e serviços crescendo de gente que não paga imposto”. Reforma administrativa Questionado sobre o envio da reforma administrativa, Guedes disse que o texto estava pronto no início do ano e não foi enviado por falta de ambiente político, citando como exemplo as manifestações de rua em diversos países da América do Sul. O ministro afirmou que o ritmo de discussão e análise de matérias está voltando ao normal no Congresso, mas não quis estimar data para o envio da reforma que modifica regras para serviços públicos.