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Governo dos EUA estudou uso de spyware para vigilância e investigação

O FBI estudou de perto a utilização de uma variante do spyware Pegasus em vigilância ostensiva e investigações criminais. A possibilidade aparece em uma série de documentos do órgão obtidos pela imprensa americana a partir de leis de liberdade de informação e contrariam falas anteriores de que a aproximação entre o governo dos EUA e os desenvolvedores da ferramenta de espionagem estava relacionada a entender seu uso por criminosos.

A informação foi publicada na última semana pelo The New York Times, como repercussão de uma denúncia feita em janeiro deste ano. Em apresentações de PowerPoint produzidas entre 2020 e 2021, o FBI discute como poderia implementar uma ferramenta chamada Phantom, também desenvolvida pela empresa israelense NSO, e sob quais condições essa utilização ostensiva seria possível.

Entre os documentos obtidos também está um guia de 25 páginas para uso do software de espionagem e também indicações a promotores públicos sobre como atuar em casos que envolvam provas obtidas a partir destes métodos. O diretor do FBI, Chris Wray, também recebeu orientações específicas sobre o uso do Phantom.

Mesmo com um documento liberado cheio de informações suprimidas em prol da segurança nacional, para o Times, a repercussão é clara: houve sim interesse no uso de ferramentas ostensivas de vigilância pelo FBI. A informação coincide com a denúncia anterior, de que uma análise feita ao longo de dois anos, diante de restrições constitucionais e direitos dos cidadãos, levantou como seria possível usar o Phantom e outras ferramentas da NSO em investigações criminais.

As relações entre o governo dos EUA e a empresa israelense teriam cessado após a repercussão pública do caso. Na ocasião, o FBI afirmou que os estudos estavam relacionados a entender como os criminosos poderiam usar spywares em suas operações, uma ideia que foi confirmada por Wray também neste ano, durante audiências do congresso americano. Durante suas falas, ele afirmou diversas vezes que não houve interesse em usar o Phantom e outros softwares da NSO em investigações.

O Ministério da Justiça do governo dos EUA não respondeu às novas denúncias. Desde novembro de 2021, a NSO está em uma lista de entidades com as quais empresas do país são proibidas de realizarem negócios, envolvendo tanto a compra quanto o fornecimento de softwares, componentes e qualquer tipo de serviço, em uma sanção que estaria causando graves problemas financeiros para a companhia de Israel.

Fonte: Canaltech

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