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Governo dos EUA desencoraja Intel de fabricar chips na China

·1 min de leitura

A falta de chips no mercado, que cada vez mais começa a afetar mais indústria, como a de videogames e veículos, está resultando em dificuldades para encontrar soluções, principalmente no que depender da relação entre os EUA e a China.

Assim como o governo Trump, a administração Biden se mantém em alerta em relação ao uso de tecnologia pela China, expandindo sanções e políticas de restrições em empresas chinesas, como Huawei e ZTE, além de classificar ambas como possíveis ameaças de segurança. O governo estadunidense também proibiu a realização de investimentos estadunidenses em companhias de segurança e monitoramento do país asiático.

Com esse clima, os esforços da Intel para acelerar a produção de chips na China, segundo informações do site Bloomberg, foram prejudicados, já que a iniciativa foi contestada pelo governo dos EUA. Segundo a reportagem, a administração Biden desencorajou fortemente a ação por conta de potenciais problemas relacionados à segurança.

<em>O presidente dos EUA, Joe Biden (Imagem: Gage Skidmore/Creative Commons)</em>
O presidente dos EUA, Joe Biden (Imagem: Gage Skidmore/Creative Commons)

A Intel fez uma proposta de produzir chips de silício em Chengdu, na China, com começo da iniciativa previsto para o final de 2022. Porém, como a empresa precisa de investimentos governamentais para poder realizar o projeto, a opinião da administração de Joe Biden influenciou negativamente.

Em comunicado enviado para a Bloomberg, a Intel afirmou que não tem planos de produzir chips na China, mas que está estudando abordagens com o governo dos EUA para a produção dos processadores tanto em território estadunidense quanto na Europa. Com isso, a previsão feita pela empresa no primeiro trimestre deste ano, que a produção de chips só voltaria ao normal em 2023, parece cada vez estar mais próxima de se concretizar.

Fonte: Canaltech

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