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Governo diz que 'trata com seriedade' fornecimento de insumos para vacina e que é o único 'interlocutor oficial' do tema

Victor Farias
·2 minuto de leitura
Brazilian President Jair Bolsonaro walks past the President of the Chamber of Deputies Rodrigo Maia during an official ceremony at the presidential office in Brasilia on June 17, 2020. (Photo by Sergio LIMA / AFP) (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)
Brazilian President Jair Bolsonaro walks past the President of the Chamber of Deputies Rodrigo Maia during an official ceremony at the presidential office in Brasilia on June 17, 2020. (Photo by Sergio LIMA / AFP) (Photo by SERGIO LIMA/AFP via Getty Images)

BRASÍLIA — O governo federal divulgou nota nesta quarta-feira afirmando que "vem tratando com seriedade todas as questões referentes ao fornecimento de insumos farmacêuticos para produção de vacinas". Segundo a Secretaria de Especial de Comunicação (Secom), ministros do governo Bolsonaro se reuniram hoje com o embaixador da China no Brasil,Yang Wanming, para tratar do tema.

Na segunda-feira o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, manifestou preocupação com o atraso na entrega dos insumos da vacina chinesa. A matéria-prima para mais doses do imunizante contra o coronavírus está parada na China.

Contando apenas com o IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo), ou seja, o material necessário para preparar a vacina, que já está no país, a produção do Butantan se esgotará ainda nesta semana.

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"O Governo Federal vem tratando com seriedade todas as questões referentes ao fornecimento de insumos farmacêuticos para produção de vacinas (IFA). O Ministério das Relações Exteriores, por meio da embaixada do Brasil em Pequim, tem mantido negociações com o Governo da China. Outros ministros do Governo Federal têm conversado com o Embaixador Yang Wanming", escreveu a Secom.

De acordo com a nota, nesta quarta-feira os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello; da Agricultura, Tereza Cristina; e das Comunicações, Fabio Faria, fizeram uma reunião por telefone com o representante chinês. A Secom ressalta ainda que "o Governo Federal é o único interlocutor oficial com o governo chinês".

A declaração do governo acontece no mesmo dia que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reuniu com o embaixador chinês. Após a conversa, Maia afirmou que o atraso na importação de insumos para a produção de vacinas não foi causado por "obstáculos políticos", e sim por problemas de ordem técnica.

De acordo com Maia, Wanming disse que trabalharia para acelerar o processo de liberação de substâncias essenciais para a produção dos imunizantes no Brasil. Tanto a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, quanto a vacina de Oxford/Astrazenica, que será produzida pela Fiocruz, necessitam de matéria-prima daquele país.