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Governo brasileiro lança portal para discutir a proteção de identidades digitais

·2 minuto de leitura

Nos primeiros meses de 2021, o Brasil foi alvo de um megavazamento que comprometeu os dados pessoais de mais de 220 milhões de cidadãos. Somada a ataques ao DataSus, Detrans estaduais e ao Superio Tribunal de Justiça, a situação estimulou a criação do Observatório de Identidade Digital e Democracia, espaço voltado a segurança e proteção da identidade digital e dos dados pessoais da população brasileira.

Criado pelo Comitê de Identidades Digitais Confiáveis da Câmera Brasileira de Economia Digital (Camara-e.net), o portal é uma iniciativa multissetorial que visa promover debates sobre as diretrizes necessárias à promoção de políticas públicas para a segurança dos cidadãos. O objetivo é conciliar o crescimento da vida digital a decisões que garantam a proteção de dados pessoais e a liberdade de escolha da população.

Imagem: Captura de Tela/Canaltech
Imagem: Captura de Tela/Canaltech

“Ao mesmo tempo em que o Estado se mostra incapaz de conter ou mesmo investigar o avanço dessas ameaças, algumas iniciativas pouco transparentes têm sido tomadas no âmbito da administração pública com o objetivo de ampliar o acesso e centralizar os dados da população brasileira”, afirma a Camara-e.net no texto que apresenta o Observatório.

O texto também afirma que, embora a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traga avanços importantes, ela deixa brechas na forma como a administração pública pode tratar dados pessoais sensíveis. A proposta do novo espaço é trazer artigos de especialistas da área e acompanhar projetos relacionados para fomentar o debate público.

No momento desta publicação desta nota, o Observatório de Identidade Digital e Democracia conta com somente um artigo publicado, focado na discussão das identidades digitais em meio a um momento de transformação digital. Em sua seção de Contato, o portal oferece um espaço para que pessoas interessadas inscrevam seus dados pessoais e colaborem com sugestões de temas e com ofertas de produção de material próprio.

Fonte: Canaltech

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