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Governo avisa que vai multar caminhoneiros se tiver fechamento de estradas na paralisação do dia 1º

Redação Finanças
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Truck drivers block the Regis Bittencourt road, 30 km from Sao Paulo, on May 26, 2018 during a strike to protest rising fuel costs in Brazil that has left much of the country paralyzed. - Brazil's government raised the stakes in its tense standoff with striking truckers Friday, ordering troops onto the streets to clear the huge blockades. The country's economic capital of Sao Paulo declared a state of emergency, the auto industry shut down, gas stations ran out of fuel and dozens of flights were canceled on the fifth day of the protest Friday. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP)        (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)
Truck drivers block the Regis Bittencourt road, 30 km from Sao Paulo, on May 26, 2018 during a strike to protest rising fuel costs in Brazil that has left much of the country paralyzed. - Brazil's government raised the stakes in its tense standoff with striking truckers Friday, ordering troops onto the streets to clear the huge blockades. The country's economic capital of Sao Paulo declared a state of emergency, the auto industry shut down, gas stations ran out of fuel and dozens of flights were canceled on the fifth day of the protest Friday. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP) (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP via Getty Images)

O governo do presidente Jair Bolsonaro tem minimizado a ameaça de paralisação dos caminhoneiros marcada para o dia 1º de fevereiro, mas avisou que vai aplicar multas caso haja fechamento de rodovias.

As negociações estão sendo coordenadas pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, mas outras pastas estão acompanhado os movimentos da categoria, como a Casa Civil, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Ministério da Justiça e Advocacia-Geral da União.

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O principal motivador da greve é a alta do preço do diesel, mas os caminhoneiros querem também o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.

Segundo o governo, o Preço e Paridade de Importação (PPI) do Petróleo não é negociável, pois representaria uma interferência direta na Petrobras.

Por outro lado, ministros articulam algumas medidas, como a melhoria e a facilitação no documento de transporte eletrônico, a ampliação de bancarização de caminhoneiros e a revisão das normas de pesagem.

Membros do governo acreditam que a categoria está desmobilizada, sem grande adesão pela categoria, e consideram que a situação é de “tranquilidade”.

No entanto, segundo o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, a greve já tem o apoio de 70% da categoria e que pode ser maior do que a de 2018.