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Governo autoriza aulas online até 2021 e propõe fusão de anos letivos

Ramon de Souza
·2 minutos de leitura

O Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão do Ministério da Educação do Brasil, publicou nesta quinta-feira (8) uma série de diretrizes com recomendações sobre como as instituições de ensino poderão proceder no pós-pandemia. A principal novidade é que a autoridade autorizou o uso de aulas remotas até o fim de 2021 — não será obrigatório ensinar à distância, ficando a critério das redes de ensino optar por tal modalidade.

Ademais, o texto também sugere que, para reforçar os conteúdos perdidos pelos alunos pela “confusão” das aulas remotas em 2020, que seja feita uma fusão de anos letivos e que 2021 seja utilizado também para reforçar alguns ensinamentos do ano vigente. As escolas foram orientadas a evitar a reprovação de alunos e dar uma “segunda chance” para que eles se recuperem no ano que vem.

E então, no fim de 2021, uma avaliação final decidirá se o estudante deve avançar uma ou duas séries, com base em seu nível de conhecimento. Para quem estava no último ano do ensino médio, a ideia é oferecer um ano suplementar de reforço — mas, novamente, o oferecimento desse suplemento é opcional, como seu aceite por parte dos alunos. As diretrizes não são obrigatórias.

“O reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano letivo seguinte, pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano letivo de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior”, explica o texto, deixando a entender que as aulas de 2021 poderão ser mais longas para reprisar o conteúdo de 2020.

Por enquanto, o estado de São Paulo foi o único que declarou que acatará a proposta em sua rede estadual. No caso de instituições privadas e de ensino superior (escolas particulares e universidades), a decisão fica por conta da própria diretoria.

Fonte: Canaltech

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