Mercado abrirá em 5 h 23 min
  • BOVESPA

    107.378,92
    +1.336,45 (+1,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.267,20
    +362,14 (+0,86%)
     
  • PETROLEO CRU

    43,61
    +0,55 (+1,28%)
     
  • OURO

    1.824,80
    -13,00 (-0,71%)
     
  • BTC-USD

    18.280,66
    -51,85 (-0,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    365,70
    +4,27 (+1,18%)
     
  • S&P500

    3.577,59
    +20,05 (+0,56%)
     
  • DOW JONES

    29.591,27
    +327,79 (+1,12%)
     
  • FTSE

    6.333,84
    -17,61 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    26.514,82
    +28,62 (+0,11%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    11.961,75
    +56,50 (+0,47%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4494
    +0,0091 (+0,14%)
     

Governo é contra térmicas compulsórias para viabilizar gasoduto, diz secretária

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O governo do presidente Jair Bolsonaro é contra uma proposta apoiada por alguns parlamentares, que prevê a contratação compulsória de novas usinas termelétricas nos próximos anos como forma de garantir uma demanda por gás que viabilize investimento em gasodutos para escoar a produção do pré-sal.

A secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira, disse nesta quinta-feira que o governo pretende flexibilizar algumas restrições à participação dessas usinas térmicas em leilões para expansão da oferta de geração, mas apontou que elas deverão concorrer com outras fontes pelo atendimento à demanda.

"Não existe nenhum movimento no ministério que venha a concordar com compulsoriedade, porque a gente entende que não há essa necessidade. O mercado permite que elas sejam contratadas desde que elas sejam competitivas. Então não há esse movimento no sentido de algum regramento", disse ela a jornalistas, após participar de evento online do Canal Energia.

"Se o sistema identificar a necessidade de contratação de uma térmica para atender à segurança sistêmica, ela vai ser contratada, e ela vai ser contratada de forma competitiva", acrescentou.

A secretária-executiva disse que o que está em avaliação no ministério é uma mudança no compromisso de "inflexibilidade" das térmicas que participam dos leilões --um critério técnico que define o nível de acionamento futuro das usinas.

(Por Luciano Costa)