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Governadores pedem que governo federal compre 54 milhões de doses adicionais da CoronaVac

Ana Paula Ramos
·2 minuto de leitura
SAO PAULO, BRAZIL - JANUARY 18: A nurse holds a vial of the CoronaVac vaccine at Hospital das Clinicas of the University of Sao Paulo (USP) on January 18, 2021 in Sao Paulo, Brazil. The CoronaVac vaccine was developed by the Chinese laboratory Sinovac in partnership with the Butantan Institute. (Photo by Miguel Schincariol/Getty Images)
Ministério da Saúde diz que tem até maio para decidir sobre comprar de doses adicionais da CoronaVac (Photo by Miguel Schincariol/Getty Images)

Os governadores entregaram um ofício ao presidente Jair Bolsonaro solicitando que o governo federal compre as 54 milhões de doses da CovonaVac com produção prevista pelo Instituto Butantan para os próximos meses, mas ainda sem acordo para aquisição.

Assinado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que é coordenador da temática de vacina no Fórum Nacional de Governadores, o documento ainda pede que o governo, caso resolva não celebrar o acordo, libere os estados para comprarem o imunizante diretamente.

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"A esse respeito, solicito ao Governo Federal celebração de contrato de compra firme do total de vacinas produzidas pelo Instituto Butantan, assim como o estabelecimento de acordo visando à apresentação do cronograma para a entrega das próximas doses, o que possibilitaria aos estados e municípios maior capacidade de planejamento na vacinação", diz o ofício. "Caso não seja possível confirmar a aquisição federal dos referidos imunizantes, pleiteio que seja viabilizada a opção de compra por parte dos estados brasileiros, conforme anteriormente aventado", completa.

Nesta semana, o presidente do Butantan, Dimas Covas, afirmou em entrevista coletiva que esperava uma resposta do Ministério da Saúde sobre o interesse em exercer a opção pelas doses adicionais até o final desta semana. Ele disse que, caso não haja uma resposta, o instituto priorizará o fornecimento da CoronaVac para outros países latino-americanos.

O Ministério da Saúde divulgou uma nota, em seguida, afirmando que tem exclusividade contratual para a compra das doses da CoronaVac e que tem até o final de maio para decidir se exercerá a opção de compra de um lote adicionais de 54 milhões de doses do imunizante.

A pasta tem, por enquanto, acordo para a compra de 46 milhões de doses. O ministro Eduardo Pazuello chegou a anunciar que havia adquirido todas essas doses, em pronunciamento oficial. Mas o Butantan esclareceu depois que nem tudo está assegurado ainda.

Em resposta, os governadores estão pressionando o Ministério da Saúde. O secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, afirmou que poderia dispensar essas vacinas se fossem fechados acordos com outros laboratórios.