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Governadores defendem "chamar Petrobras para a mesa" para discutir preço dos combustíveis

·2 min de leitura
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Governadores se reuniram com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

  • Eles criticaram a proposta que altera o ICMS sobre os combustíveis aprovada pela Câmara

  • Uma reunião com representantes da Petrobras deverá ser feita na semana que vem

Representantes da Petrobras e dos Estados deverão se reunir na próxima semana para discutir soluções para a redução do preço dos combustíveis. A possibilidade de uma agenda foi debatida, nesta quinta-feira (21), em reunião do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), com governadores.

O encontro com Pacheco foi realizado, principalmente, para discutir a proposta que altera a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os combustíveis, que recebeu aval dos deputados, e enfrenta forte resistência dos chefes dos Executivos estaduais.

"Foi acertado com o presidente Rodrigo Pacheco chamar a Petrobras para a mesa e um grupo de trabalho com representação dos Estados com um governador de cada região. Uma agenda que deve acontecer já na próxima semana", afirmou o governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias.

Governadores alegam que o texto aprovado pela Câmara, que seguiu para análise do Senado nesta semana, coloca em risco a arrecadação do tributo que é destinado aos estados.

A proposta altera a forma como o ICMS é cobrado atualmente e define, como base de cálculo, a variação registrada nos dois últimos anos para que exista uma alíquota fixa. Com isso, haveria uma redução imediata de 8% no preço da gasolina, 7% no do álcool e 3,7% no do óleo diesel, de acordo com as projeções feitas pelo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL).

Ao final da reunião desta quinta-feira (21), Wellington Dias destacou que é preciso resolver a questão. "Queremos uma solução para redução do preço do combustível. Estamos abertos ao diálogo para uma alternativa intermediária", destacou.

Dias defendeu, mais uma vez, a criação do Fundo de Equalização dos Combustíveis. Segundo ele, dessa forma, é possível que o preço da gasolina caia para R$4,50.

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