Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.124,90
    +1.111,43 (+1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.550,44
    -272,79 (-0,52%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,29
    -0,67 (-0,77%)
     
  • OURO

    1.839,40
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    42.696,27
    +1.002,69 (+2,40%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.013,06
    +17,80 (+1,79%)
     
  • S&P500

    4.488,61
    -44,15 (-0,97%)
     
  • DOW JONES

    34.774,35
    -254,30 (-0,73%)
     
  • FTSE

    7.585,01
    -4,65 (-0,06%)
     
  • HANG SENG

    24.952,35
    +824,50 (+3,42%)
     
  • NIKKEI

    27.772,93
    +305,70 (+1,11%)
     
  • NASDAQ

    14.926,75
    -106,75 (-0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1505
    -0,0169 (-0,27%)
     

Governador do Rio viaja hoje para Brasília para falar sobre nova variante do coronavírus

·3 min de leitura

As autoridades do Rio começam a se preparar para enfrentar uma eventual chegada da variante Ômicron do coronavírus. A Secretaria estadual de Saúde (SES) anunciou ontem que fará o sequenciamento genômico de amostras de pessoas vindas de outros países que apresentarem sintomas de Covid-19. Já a prefeitura estuda uma medida para que hotéis exijam o “passaporte da vacina” de todos os hóspedes. O governador Cláudio Castro viaja hoje para discutir o assunto com autoridades de Brasília.

Até agora, nenhum caso suspeito da nova cepa foi identificado no Rio. Segundo o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, todos os municípios fluminenses receberiam ontem a orientação de monitorar viajantes que venham a procurar atendimento na rede de saúde com sintomas de Covid-19. Se algum paciente com esse perfil for identificado, ele terá sua amostra colhida e enviada para a Rede Corona-Ômica, estudo responsável pela maior parte das análises de sequenciamento genético do SARS-Cov-2 no Rio.

— A nossa busca acontecerá pela rede de saúde. Qualquer pessoa com sintomas que tenha vindo de fora será testada — diz Chieppe: — O Ministério da Saúde já definiu os voos impossibilitados de vir para o Brasil. No Rio, faremos o monitoramento genético.

O secretário diz ainda que aguarda mais dados sobre a Ômicron para traçar projeções para o seu possível impacto no panorama epidemiológico do Rio:

— Ainda há muitas incertezas sobre essa nova variante. Não sabemos se ela tem capacidade de se disseminar num país com a taxa de vacinação tão alta como a do Brasil. O que sabemos é que no estado ainda não vimos nada de diferente em relação à Covid-19. Os indicadores estão muito tranquilos; a taxa de ocupação dos hospitais está em 7%.

Ao analisar os números da pandemia na capital, o comitê científico da prefeitura deu o aval para a realização do revéillon.

— O ideal seria ter a exigência para o comprovante vacinal no desembarque no país. Mas o governo federal não implementou essa medida ainda — diz infectologista Alberto Chebabo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro do comitê.

Uma nova reunião do comitê está marcada para o dia 20 de dezembro, quando vão discutir o cenário epidemiológico a poucos da virada do ano. A data pode ser antecipada caso a situação mude.

Eduardo Paes foi ontem às redes sociais para dizer que o planejamento das festas está mantido, mas os números da pandemia é que vão ditar os rumos dos eventos. Ele fez ainda um apelo à população para que não deixe de se vacinar. Todos acima de 12 anos já deveriam ter completado o esquema vacinal na capital, e quem tem 59 anos já pode tomar a terceira dose esta semana. No entanto, aqueles que receberam a dose única da Janssen há mais de cinco meses tiveram dificuldades ontem para receber o reforço com a Pfizer porque muitos postos não sabiam da orientação da Secretaria municipal de Saúde. O órgão informou que o problema de comunicação já foi solucionado. Já Cláudio Castro disse que está conversando com os prefeitos fluminenses sobre o revéillon para tomar uma decisão em conjunto com os municípios.

— Não é hora de falar de carnaval. A hora é de olhar para o réveillon. Na fotografia de hoje, não há desespero (para evitar a festa). Vou a Brasília para entender o que eles estão pensando. O Rio é a porta de entrada para o país. O meu estado é primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos que estar bem preparado para isso — destacou.

Com a ameaça da variante da África, que já chegou a cinco continentes, o Estado do Rio decidiu manter o uso de máscaras em locais fechados:

— Estamos olhando para a cepa, que preocupa, e por hora não há sinalizações dos técnicos para debater novas flexibilizações.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos