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Governador do Amazonas vai misturar grávidas com infectados de covid

Redação Notícias
·2 minuto de leitura
TOPSHOT - Relatives mourn during the funeral of COVID-19 victim Maria Estela Maris Melo, at the Nossa Senhora Aparecida cemetery in Manaus, Amazonas state, Brazil, on December 30, 2020. - Latin America and the Caribbean on Tuesday became the second region after Europe to top half a million deaths from Covid-19, according to an AFP count based on official tallies. There have been at least 500,800 deaths among the 29 countries in the region, with more than half of those in Brazil. (Photo by Michael DANTAS / AFP) (Photo by MICHAEL DANTAS/AFP via Getty Images)
TOPSHOT - Relatives mourn during the funeral of COVID-19 victim Maria Estela Maris Melo, at the Nossa Senhora Aparecida cemetery in Manaus, Amazonas state, Brazil, on December 30, 2020. - Latin America and the Caribbean on Tuesday became the second region after Europe to top half a million deaths from Covid-19, according to an AFP count based on official tallies. There have been at least 500,800 deaths among the 29 countries in the region, with more than half of those in Brazil. (Photo by Michael DANTAS / AFP) (Photo by MICHAEL DANTAS/AFP via Getty Images)

O governo do Amazonas vem sendo alvo de críticas pelo plano de usar o Instituto da Mulher e Maternidade Dona Lindu para atender pacientes com covid-19 em Manaus.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mário Viana, afirmou que a utilização da unidade de saúde pode gerar uma onda de infecções para as mulheres grávidas atendidas no local.

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O estado do Amazonas já tem mais de 200 mil casos da doença. O número de mortes passa de 5.200. Na quinta-feira (31), Manaus teve um novo recorde de internações, com 124 pacientes internados em um dia, número maior do que o registrado no pico da pandemia em maio.

O governador Wilson Lima anunciou que a maternidade está sendo preparada para abrigar 46 leitos clínicos e 13 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) voltados para atendimento de pacientes com covid-19. A previsão é de que os novos leitos comecem a funcionar ao longo da próxima semana.

"Recebi a notícia de que um andar do Instituto da Mulher vai ser fechado para receber apenas pacientes com Covid. E é paciente clínico, homem, mulher sem estar grávida, sem nada. Isso vai ser um foco de infecções dentro da maternidade. A gestação já é algo de risco para a doença. Por mais que se isole um andar, será um risco para os profissionais e pacientes que estão na unidade", criticou o presidente do Simeam em entrevista ao G1.

Ele explicou que o correto seria isolar os pacientes com a doença em um único hospital e montar uma unidade de campanha ao lado. Viana argumenta também que os erros cometidos pelas autoridades durante a primeira onda da covid-19 no Brasil não podem ser repetidos.

"O princípio básico para tratar doença infecciosa é isolar os pacientes que estão contaminados. O Governo teve tempo de se planejar, mas não aprendeu a lição. Os prontos-socorros já estão sobrecarregados com outras doenças. As pessoas vão ficar com medo de vir. Vão ficar em casa e não vão morrer de Covid, mas de outras coisas, em suas casas. Não se pode cometer o mesmo erro que se cometeu na primeira onda", afirmou o presidente do sindicato.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas informou que o governo tem empreendido todos os esforços para a ampliação do número de leitos na rede estadual de saúde.