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Governador diz que Pfizer deu prazo até 19 de março para Saúde decidir sobre compra de vacinas

Paula Ferreira
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA— O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou nesta quinta-feira que a Pfizer deu até o dia 19 de março para que o governo federal decida sobre a compra da vacina contra Covid-19. Caso o Ministério da Saúde não assine o contrato, o governo estadual tentará a compra.

Segundo Costa, a procuradoria estadual já está e contato com o jurídico da farmacêutica para discutir sobre uma possível compra do imunizante pelo estado. Na última terça-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para permitir que estados e municípios comprem doses de vacina caso o governo federal não cumpra o que está previsto no plano.

— Na reunião hoje de manhã com a Pfizer, já coloquei a procuradoria geral do estado para negociar os termos do contrato com a assessoria jurídica do laboratório. Eles me disseram: temos até o dia 19 de março. É o prazo que o laboratório Pfizer no mundo inteiro deu ao governo brasileiro para fechar ou não fechar a negociação da compra. Como a definição internacional da Pfizer é vender prioritariamente aos governos nacionais, vamos esperar e se o governo federal até lá não fechar negociação, aí sentamos como estado da Bahia e fechamos a venda direta — disse o governador durante uma live nesta quinta-feira.

Ao GLOBO, o governador afirmou que Pfizer disse que vai priorizar o setor público no fornecimento de vacinas. Costa disse ainda que tem uma reunião marcada na sexta com o Fundo Russo para discutir sobre a aquisição da Sputnik V. O governador pretende utilizar a possibilidade aberta pelo Supremo que determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar autorização de vacinas com aval em agências do exterior.

As negociações da Pfizer com o governo brasileiro estão paralisadas por questões jurídicas. A farmacêutica exige uma cláusula que responsabilize a União por eventuais eventos adversos da vacina. No domingo, o Ministério da Saúde informou que remeteu a questão à Casa Civil, para que o Planalto se manifeste sobre as negociações com a farmacêutica. A expectativa é de que até sexta o órgão se posicione.

O GLOBO questionou o Ministério da Saúde sobre o prazo mencionado pelo governador e sobre as negociações com a Pfizer, mas ainda não obteve resposta.