Mercado fechado
  • BOVESPA

    122.038,11
    +2.117,50 (+1,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.249,02
    +314,11 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,82
    +0,11 (+0,17%)
     
  • OURO

    1.832,00
    +16,30 (+0,90%)
     
  • BTC-USD

    57.393,74
    -1.335,74 (-2,27%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.480,07
    +44,28 (+3,08%)
     
  • S&P500

    4.232,60
    +30,98 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    34.777,76
    +229,23 (+0,66%)
     
  • FTSE

    7.129,71
    +53,54 (+0,76%)
     
  • HANG SENG

    28.610,65
    -26,81 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    29.357,82
    +26,45 (+0,09%)
     
  • NASDAQ

    13.715,50
    +117,75 (+0,87%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3651
    -0,0015 (-0,02%)
     

Google removeu 709 mil apps maliciosos na Play Store em 2020

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Todos nós sabemos que, mesmo baixando conteúdos exclusivamente através da Play Store — marketplace oficial do sistema operacional Android —, podemos nos deparar de vez em quando com softwares maliciosos ou que carregam vírus. Pois bem, agora temos um panorama mais detalhado sobre essa questão: segundo o próprio Google, foram removidos nada menos do que 709 mil aplicativos da loja ao longo de 2020, todos por descumprirem alguma das rígidas políticas do Gigante das Buscas.

Além disso, a solução automatizada Google Play Protect escaneou mais de 100 bilhões de apps instalados em dispositivos diariamente; foram bloqueadas 119 mil contas de desenvolvedores e mais de 900 mil programas nem chegaram a ser publicadas na Store, sendo barrados “na porta” através dos algoritmos de aprendizagem de máquina (machine learning) da companhia. Através deles, apps maliciosos, falsificados ou fraudulentos são identificados de forma automática, sem intervenção humana.

Vale observar que o Google também endureceu suas políticas para a publicação de conteúdo na Play Store. Apps sobre a COVID-19, por exemplo, só podem ser publicados por órgãos de renome e organizações de saúde verificadas, atendendo aos “mais altos padrões de privacidade sobre dados” dos internautas; aplicativos sobre notícias também possuem regras rígidas para evitar a disseminação de fake news, e, por fim, softwares sobre os períodos eleitorais também estão recebendo um “pente fino”.

<em>Imagem: Divulgação/Google</em>
Imagem: Divulgação/Google

“Vamos continuar investindo na proteção dos usuários contra aplicativos com conteúdo prejudicial, comportamentos mal-intencionados ou que representem riscos à privacidade. Ao mesmo tempo, vamos trabalhar para oferecer experiências relevantes aos desenvolvedores do Google Play”, explica Krish Vitaldevara, diretor de segurança de Google Play e Android, em um comunicado oficial publicado no blog da companhia. Para Vitaldevara, também é importante continuar protegendo a privacidade dos internautas, reduzindo o acesso de aplicativos aos dados mais sensíveis do dispositivo.

“Seguiremos aprimorando a velocidade e a qualidade da comunicação, bem como nossa capacidade de usar o feedback que recebemos para favorecer e impulsionar o crescimento dos desenvolvedores confiáveis. Os desenvolvedores Android podem esperar ver mais nesta frente no ano que vem. Nossas equipes globais de gerentes de produto, engenheiros, especialistas em políticas e líderes de operações estão dedicadas ao trabalho de aumentar ainda mais a segurança da plataforma e construir uma sólida relação de confiança com os usuários”, finaliza o executivo.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: