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Google quer mostrar posts de Instagram e TikTok nas buscas

·3 minuto de leitura

Vídeos do Instagram e do TikTok podem começar a ser exibidos como resultado da busca orgânica do Google em breve. Segundo o site noticioso The Information, a proprietária do buscador estaria em negociação com a ByteDance (dona do TikTok) e o Facebook (dono do Instagram) para indexar o formato de vídeos curtos com base nas pesquisas por palavras-chave.

Hoje, o máximo que o usuário consegue ver nos resultados são as hashtags indexadas pelo TikTok, mas sem acesso direto aos vídeos. Já no caso do Instagram, nem isso é possível: os conteúdos ficam restritos à plataforma e só dá para pesquisar pelo perfil da pessoa. Assim, para acessar aos materiais hospedados em qualquer uma das redes sociais é preciso ser direcionado para o sistema delas e selecionar o que deseja ver — pode ser necessário efetuar login antes.

Hoje, muitos criadores de conteúdo hospedam seus vídeos curtos no YouTube para serem localizados na busca (Imagem: Captura de tela/Canaltech)
Hoje, muitos criadores de conteúdo hospedam seus vídeos curtos no YouTube para serem localizados na busca (Imagem: Captura de tela/Canaltech)

Caso os conteúdos audiovisuais das duas principais plataformas de vídeos curtos passem a ser indexados, isso poderia causar uma explosão de acessos vindos diretamente da busca do Google, o que geraria mais monetização para criadores de conteúdo. Já para o buscador, os resultados da pesquisa seriam ainda mais efetivos porque passariam a englobar conteúdos em alta na web.

Acordo com redes sociais

Em comentário sobre o assunto, um porta-voz do Google disse ao The Information que a empresa está sempre em busca de novas formas de organizar as informações. “Ajudamos os sites a tornarem seu conteúdo detectável e a se beneficiarem de sua localização no Google, e eles podem escolher como ou se seu conteúdo aparecerá na Pesquisa", explicou.

Em dezembro do ano passado, o buscador começou a testar um recurso que mostrava vídeos das duas redes sociais para pesquisas efetuadas via celular. Quase dez meses depois, algumas regiões ainda conseguem ter acesso a esses conteúdos, mas é algo raro, não oficial e experimental. Caso o acordo avance, os engenheiros do Google teriam apoio das equipes de desenvolvimento dos aplicativos e isso facilitaria o processo de integração, bem como possibilitaria a entrega de resultados também para usuários no desktop.

O Twitter já exibe os conteúdos na busca orgânica (Imagem: Captura de tela/Canaltech)
O Twitter já exibe os conteúdos na busca orgânica (Imagem: Captura de tela/Canaltech)

Até agora, tudo é tratado de modo sigiloso pelas empresas, por isso não há informações dos termos do acordo. Possivelmente, deve ser algo similar ao que já ocorre com o Twitter, no qual a gigante das buscas paga uma taxa de licenciamento para acessar e incorporar tuítes como resultado nas pesquisas.

É importante lembrar que o próprio Google tem um serviço de vídeos curtos, o YouTube Shorts. Ainda não está claro como isso impactaria no produto da casa nem se há planos de acrescentar o Shorts ao rol dos resultados junto dos concorrentes, fato que ajudaria a "pegar carona" na popularidade do Instagram e do TikTok.

Fonte: Canaltech

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