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Google promete Android 12 mais “amigável” às lojas de apps de terceiros

Ramon de Souza
·2 minutos de leitura

Recentemente, em plena polêmica a respeito da taxa de 30% cobrada pela Apple em todas as microtransações em sua App Store, o Google resolveu anunciar que, até o fim de 2021, todos os aplicativos da Google Play precisarão obrigatoriamente utilizar o modelo de pagamento próprio da companhia. Isso significa que, à semelhança da Maçã, o Gigante das Buscas vai ficar com uma fatia de 30% sobre todas as compras internas em sua loja.

É óbvio que a decisão irritou muita gente, mas, em um comunicado oficial publicado nesta segunda-feira (28), a empresa esclareceu alguns pontos e procurou tranquilizar a comunidade. Em primeiro lugar, segundo o Google, menos de 3% dos desenvolvedores com aplicativos na Play Store venderam itens digitalmente nos últimos 12 meses; e, dentre os que venderam, quase 97% já utiliza o sistema de pagamentos integrado.

Sendo assim, embora isso tenha ficado subentendido, podemos concluir que a nova política só se aplicará às grandes empresas, como Netflix e Spotify, que ainda permitem que seus usuários gerenciem sua assinatura fora do marketplace. Em contrapartida, o Gigante das Buscas promete que, ao lançar o futuro Android 12 em 2021, fará com que o sistema operacional seja ainda mais “amigável” às lojas de apps de terceiros.

“O Android sempre permitiu que as pessoas obtivessem aplicativos de várias lojas de aplicativos. Na verdade, a maioria dos dispositivos Android vem com pelo menos duas lojas de aplicativos pré-instaladas e os consumidores podem instalar lojas adicionais. Cada loja pode decidir seu próprio modelo de negócios e características para o consumidor”, explica a companhia.

“Essa abertura significa que mesmo que um desenvolvedor e o Google não concordem com os termos de negócios, o desenvolvedor ainda pode distribuir na plataforma Android”, conclui. Segundo a companhia, as mudanças estruturais para facilitar o uso de outros marketplaces serão feitas com todo o cuidado para garantir a segurança dos dispositivos dos usuários finais.

Fonte: Canaltech

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