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Google procura blindar algoritmos para evitar sites caluniosos

·2 minuto de leitura
Google procura blindar algoritmos para evitar sites caluniosos
Google procura blindar algoritmos para evitar sites caluniosos

O Google está lutando contra sites que disparam afirmações caluniosas e desinformações. A plataforma está atualizando seus dados de busca através de algoritmos para evitar que os sites achem os resultados não verificados. Segundo o New York Times, que está acompanhando a situação pois relataram uma vasta rede de sites hospedando alegações não verificadas e prejudiciais sobre indivíduos, sem contar os outos serviços que pretendem remover o conteúdo ofensivo.

Com isso, a empresa está fazendo várias mudanças para combater os sites. O vice-presidente do Google para políticas e padrões globais e confiança e segurança, David Graff, informou que eventualmente terão um “impacto positivo e significativo” para os afetados. Desta maneira, quando os usuários contam que foram vítimas desses sites usando seu processo pré-existente, o Google irá registrar essa pessoa como uma “vítima conhecida” e assim, “suprime” resultados semelhantes para o nome dessa pessoa.

A mudança é importante e considera que esses sites operam justamente onde as postagens são retiradas de um site e republicadas em outros. Com isso, o Times conduziu um experimento em que criou uma postagem sobre um repórter da equipe para ver uma quantidade inicial de cinco postagens gerando mais 21 em uma rede de 15 sites.

Portanto, as mudanças do Google pretendem ajudar a impedir que esses inúmeros posts obstruam os resultados de pesquisa. Além disso, o veículo de comunicação relatou que retirar completamente os postos custaria cerca de US$ 20.000, pois os sites e serviços individuais cobraram mais de US$ 700 para a remoção de cada postagem.

“Ao longo dos anos, nossa abordagem para melhorar os problemas de qualidade na classificação de pesquisa tem sido consistente: não adotamos a abordagem de” consertar “consultas individuais, mas pegamos esses exemplos e procuramos maneiras de fazer amplas melhorias algorítmicas”, explicou o chefe da equipe de qualidade de busca do Google, Pandu Nayak, em um comunicado.

“Nossa capacidade de resolver problemas melhorou com melhores tecnologias, ferramentas e sinais de qualidade, e hoje podemos adotar uma abordagem com mais nuances para lidar com classes específicas de consultas. Mas os princípios básicos permanecem os mesmos”, continuou.

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A novidade e mudança significa que uma nova fase do Google como provedor imparcial de resultados. Pois em 2004, a empresa disse que seus resultados foram “gerados de forma completamente objetiva e são independentes das crenças e preferências daqueles que trabalham no Google”.

Ao longo dos anos, a posição foi suavizando e especialmente por cont das legislações como o “direito de ser esquecido” da União Europeia. O Google está desempenhando um papel muito importante na web, indo além dos 90% das pesquisas globais que atuais.

Fonte: The Verge

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