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Google Maps vai mapear queimadas e dar "endereço" para pessoas isoladas

·3 minuto de leitura

No evento Search On, realizado nesta quarta-feira (28), o Google anuncio uma série de novidades voltadas para o Google Maps com foco no meio ambiente. A ideia é trazer mais serviços utilitários associados ao buscador, mas também acessível via aplicativo, para entregar facilidades aos mais de um bilhão de usuários diários dos mapas da empresa.

A busca online passará a ter mais informações úteis sobre as queimadas e incêndios florestais. O Google já tinha um serviço de mapeamento delas, mas as informações agora estão mais completas, com marcação em vermelho da área afetada nos mapas e dados como quantos acres foram destruídos ou se o fogo está controlado.

Os usuários também poderão ter acesso a links que levam a autoridades locais, notícias relacionadas, números de telefones para pedir ajuda e obter informações, bem como formas de evacuar o local. Essa é uma iniciativa para ajudar pessoas que estejam no local onde haja fogo e assim consigam se safar ilesas.

Esse mapeamento é feito via satélite e pode ajudar bombeiros e outros órgãos no combate aos focos de incêndios. Eles permitirão avaliar os danos ambientais, além de apoiar autoridades na condução de ações para recuperar a área afetada ou tomar medidas para evitar um estrago ainda maior para a fauna e flora locais.

Antes restrito aos Estados Unidos, essa novidade começará a chegar para o restante do planeta em outubro para o app no Android e iOS, além da versão para desktop.

Reflorestamento e cidades mais verdes

Ainda sobre a natureza, a companhia também lançará um recurso chamado Tree Canopy Insights, cujo enfoque é ajudar o poder público a identificar áreas em cidades com carência de árvores. Também com base nos satélites, é feito um mapeamento de zonas de calor, poluição, qualidade do ar e indicadores que sugerem a necessidade de mais "verde" naquela região.

Essa novidade está restrita aos Estados Unidos, por enquanto, e será testada com as autoridades locais para mensurar a aceitação. Não há previsão de quando o mapeamento de florestas chegue ao Brasil, o que seria muito útil nas megalópoles nacionais.

O GIF mostra a cobertura de árvores em Los Angeles, nos EUA (Imagem: Divulgação/Google)
O GIF mostra a cobertura de árvores em Los Angeles, nos EUA (Imagem: Divulgação/Google)

Por fim, o Google ainda revelou um recurso do Maps voltado para quem mora em regiões remotas, como tribos indígenas, fazendas isoladas ou locais onde não há um sistema de endereços efetivo. Isso é um mega problema quando é necessária a intervenção de entes externos, como uma ambulância para socorrer algum doente ou para receber correspondências.

A ferramenta é chamada Address Maker e será liberada para órgãos governamentais e organizações sem fins lucrativos. Com o uso de coordenadas geográficas, é possível criar uma espécie de "endereço virtual' pelo aplicativo, o que permitirá a localização de qualquer pessoa com total precisão.

No evento de hoje, o Google mostrou uma comunidade Navajo que vive no meio do deserto em Utah, nos Estados Unidos, e não tem endereço fixo. Em razão disso, esse povo enfrenta dificuldades quando precisam de atendimento médico ou para receber apoio das autoridades policiais, por exemplo. Para cada um dos moradores foi criado um endereço exclusivo pelo Google Maps que permite a identificação mesmo sem nome de rua ou número de casa.

Essa novidade pode ser uma baita novidade para moradores de zonas rurais no Brasil ou regiões em que os endereços são complicados de localizar. Governos e ONGs de Gâmbia, do Quênia, da Índia, da África do Sul e dos Estados Unidos já estão usando o Address Maker, e outros locais vão aderir em breve.

Fonte: Canaltech

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