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Google gasta R$ 11 bilhões em novo prédio

·2 minuto de leitura
Fachada de prédio do Google
Novo escritório fica na Hudson Square, em Manhattan
(Getty Commercial)
  • Google compra novo edifício e gasta R$ 11 bilhões 

  • Empresa está seguindo o mesmo movimento de outras, como Facebook e Amazon

  • Medidas traz à tona questões sobre o futuro do trabalho, ainda incerto com relação ao home office

O Google anunciou, nesta terça-feira, 21, a compra do edifício St. John’s Terminal por R$ 11 bilhões. O local fica na Hudson Square, em Manhattan. De acordo com Ruth Porat, CFO da Alphabet, dona do Google, a compra representa um aprimoramento de uma “abordagem híbrida mais flexível para trabalhar”.

Porat ainda comentou que a decisão tem a ver com o desejo que o Google tem em investir mais R$ 1,3 bilhão, ao longo deste ano, para ampliar sua presença em Nova York, além de contribuir para que os funcionários se reúnam “pessoalmente para colaborar e construir nossa comunidade”.

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Novos escritórios nas Big Techs

Assim como Google, outras empresas anunciaram a compra, aluguel ou construção de escritórios, como Facebook, Amazon e Alphabet. A notícia não significaria nada demais se não fossem as frequentes dúvidas sobre o futuro do trabalho - até porque tudo indicava que a tendência era o home office, adotado em massa devido à pandemia.

No entanto, conforme apontou a Forbes, a escolha do Google e da Amazon, que está alugando escritórios corporativos em seis grandes cidades dos EUA, é inteligente: para as gerações Z e Y, que abrigam desde os nascidos por volta de 1995, é fundamental o sentimento de pertencer. Afinal, entrar em uma grande empresa para ficar alocado em uma cadeira dentro da casa dos pais ou em um pequeno apartamento não traria o glamour que o trabalho presencial ao lado de colegas, líderes e mentores é capaz de proporcionar.

Os bilhões de dólares que tais multinacionais estão gastando têm um propósito, e isso traz à tona novamente a questão do futuro do trabalho. Aparentemente, tomar o home office como certo e único não é uma teoria tão boa assim.

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