Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.113,93
    +413,26 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.726,98
    +212,88 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,07
    -0,39 (-0,61%)
     
  • OURO

    1.777,30
    +10,50 (+0,59%)
     
  • BTC-USD

    57.441,62
    -4.839,11 (-7,77%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,97
    +7,26 (+0,52%)
     
  • S&P500

    4.185,47
    +15,05 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    34.200,67
    +164,68 (+0,48%)
     
  • FTSE

    7.019,53
    +36,03 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.969,71
    +176,57 (+0,61%)
     
  • NIKKEI

    29.683,37
    +40,68 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    14.024,00
    +10,00 (+0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6943
    -0,0268 (-0,40%)
     

Google explica quais os principais comportamentos de usuários em seu buscador

Wagner Wakka
·2 minuto de leitura

O Google divulgou uma publicação em que explica quais são os principais comportamentos dos usuários em seus mecanismos de busca. Segundo a empresa, o post oficial é uma reposta a acusação recente de que grande parte das buscas não leva usuários para algum determinado site.

De acordo com Danny Sullivan, responsável pelo setor de buscas da empresa, a maioria das entradas de pesquisas realmente resulta no que é chamado de “zero click”. Ou seja, não levam o usuário para um site fora do buscador. Contudo, o executivo aponta que isso é normal e explica o porquê.

Primeiro, em grande parte das vezes, o usuário não usa as palavras corretas para chegar ao resultado que ele espera. Sullivan dá o exemplo da procura por “tênis”, por exemplo. “Após olhar os resultados, o usuário pode perceber que ele, na verdade, está querendo um ‘tênis preto'. Este caso seria considerado um zero click, pois a busca não resultou imediatamente em um click para um site”, explica. Ele aponta que há casos em que pessoas refazem a busca, três a quatro vezes, gerando este montante de procuras que não geram links para website.

Além disso, Sullivan relata que usuários entram no buscador do Google somente para checar informações rápidas, algo que se tornou ainda mais comum com informações sobre a COVID-19. Por exemplo, para encontrar resultados de jogos, previsão do tempo, conversões de moedas. Também nestes casos, não há link gerado para nenhum site. A empresa passou a adicionar cartões informativos logo no topo dos resultados o que não necessariamente levaria para algum site em específico. O mesmo aconteceu durante as eleições norte-americanas, quando os dados do pleito passaram a ser atualizados direto nesses cartões.

Outro comportamento comum da plataforma está na procura por informações sobre serviços, restaurantes e bares. Segundo Sullivan, muitos usuários buscam somente saber horário de funcionamento, endereço e avaliações de uma empresa, sem necessariamente entrar em um site para isso. “Por mês, o buscador conecta pessoas a mais de 120 milhões de negócios que não têm um site”, lembra o executivo.

Por fim, o último comportamento do usuário citado nesse post do Google é ser direcionado para algum aplicativo. Sullivan comenta que, no caso de buscar por filmes, séries, músicas e outros, o internauta é levado diretamente para um app, caso o tenha instalado no PC e smartphone. Aqui, a bsca também não é contabilizada como se tivesse levado alguém para um site, embora tenha sido bem-sucedida.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: