Mercado fechado

Google endurece orientações sobre publicidade política para evitar abusos

(Arquivo) Imagem ilustrativa dos escritórios do Google, criticado por parceria com a London Ascension Health Organization

A gigante tecnológica americana Google atualizou, nesta quarta-feira, suas orientações para manejar os anúncios políticos, em um momento em que as plataformas on-line seguem sob pressão com o objetivo de que evitem ser utilizadas para difundir informação enganosa ou falsa destinada a influenciar os eleitores.

O Google disse que suas regras já proíbem qualquer anunciante de difundir elementos falsos, incluindo aqueles com mensagens políticas. Mas está tornando sua política mais clara e acrescentou exemplos de como se proíbe conteúdo como imagens ou vídeos manipulados ou dirigidos com interesses específicos.

"Vai contra nossas políticas que qualquer anunciante faça um aviso falso, seja sobre o preço de uma cadeira ou um de que você pode votar por mensagem de texto, que o dia das eleições é adiado ou que um candidato faleceu", detalhou o vice-presidente de gestão de produtos de anúncios do Google, Scott Spencer, em uma publicação on-line.

Os exemplos de material publicitário proibido incluem anúncios ou links para informações que fazem afirmações demonstravelmente falsas e que poderiam afetar a confiança dos eleitores ou sua participação nas eleições.