Mercado fechado

Google Docs ganha corretor automático e sugestões de texto igual o Gmail

Wagner Wakka

O Google Docs vai passar a ter autocorreção e o sistema de Smart Compose já lançados no Gmail anteriormente. De acordo com publicações oficiais do G Suite, ambas ferramentas ainda estão em fase beta e foram testadas por um grupo reduzido de usuários.

A ferramenta de autocorreção é uma função antiga de programas de edição de texto, como Word, mas que ainda não estava disponível no Docs. Como o nome já pressupõe, ela corrige pequenos erros de digitação, como uma letra errada, ou uma grafia comum de se errar (por exemplo, o uso de s em lugar de z).

Sistema corrige sozinho uma palavra com pequenos erros (Foto: Divulgação/Google)

Assim, o próprio programa corrige a palavra para o termo correto, indicando com um pontilhado abaixo do que foi corrigido. Caso o usuário não queira aceitar a correção, basta clicar no termo e escolher voltar ao que foi trocado.

Outra ferramenta que vai chegar ao Docs é o Smart Compose. A função dá sugestões para completar o texto em caso de termos comuns e recorrentes. Assim, quando você começa a escrever uma sentença, ele indica como completar com frases comuns apenas apertando TAB. “O Smart Compose economiza seu tempo evitando ter que repetir termos, ajuda a reduzir a chance de erros ortográficos e gramaticais e pode sugerir frases relevantes contextualmente”, explica o Google.

Smart compose sugerindo finalização de uma sentença (Foto: Divulgação/Google)

Ambas as ferramentas já estavam disponíveis para usuários do Gmail, sendo que, agora, chegam ao Docs. Segundo o Google, as funcionalidades já estão disponíveis para usuários do G Suite desde fevereiro, mas também vão chegar para quem usa o serviço nos planos educacionais e sem fins lucrativos.

O anúncio também só fala da atualização do programa em textos de língua inglesa. O Canaltech entrou em contato com o Google para saber se a função também será disponibilizada em português brasileiro, uma vez que o Gmail já conta com as ferramentas em nossa língua.

Fonte: Canaltech