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Google divulga ao TSE que repassou U$ 3 milhões a canais bolsonaristas investigados

·1 minuto de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • O Google repassou mais de R$ 15 milhões a canais bolsonaristas;

  • O TSE solicitou o relatório para juntar ao inquérito que apura fake news e ataques antidemocráticos;

  • Terça Livre, Jornal da Cidade Online e Oswaldo Eustáquio estão no grupo afetado pela determinação.

O Google enviou um relatório ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta semana com o valor repassado a canais bolsonaristas, por meio do YouTube, desde 2019. Através da monetização de vídeos, US$ 3 milhões, o equivalente a mais de R$ 15 milhões de dólares, foram pagos às páginas investigadas pela disseminação de fake news.

O TSE solicitou o relatório para fazer parte do inquérito que está apurando sobre a divulgação de informações falsas e ataques contra o sistema eleitoral do Brasil.

Leia também:

Luis Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STF) e corregedor-geral do TSE, determinou a suspensão da monetização do canais.

Mídias e figuras de divulgação como o Terça Livre, o Jornal da Cidade Online e o blogueiro Oswaldo Eustáquio estão no grupo afetado pela determinação.

Segundo Salomão, há uma rede vasta, organizada e complexa, que contamina de forma negativa a discussão política, estimulando a polarização.

O ministro diz também que a suspensão do pagamento dessas plataformas são razoáveis e efetivas porque retiram o principal instrumento de disseminação das práticas que estão sendo investigadas.

Outros canais e pessoas atingidas pela determinação são de Roberto Boni – Canal Universo e Terça Livre, Adilson Nelson Dini – RAVOX, Bárbara Zambaldi Destefani, Camila Abdo Leite do Amaral Calvo, Emerson Teixeira de Andrade, Fernando Lisboa da Conceição (Vlog do Lisboa), Folha Política, Marcelo Frazão de Almeida, e Nas Ruas.

As informações são da Revista Fórum.

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