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Google atualiza conjunto de dados que faz previsões de COVID-19 nos EUA

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Em agosto, em parceria com o Harvard Global Health Institute, o Google lançou um conjunto de dados chamado COVID-19 Public Forecasts, com a proposta de fornecer projeções de casos de COVID-19, mortes e até utilizações de Unidades de terapia intensiva (UTIs). Nesta segunda (16), as duas organizações divulgaram modelos aperfeiçoados.

O COVID-19 Public Forecasts tem o objetivo de servir como um recurso para profissionais da saúde, o setor público e outras organizações afetadas, e permitem testes direcionados e intervenções de saúde pública, em teoria aumentando a capacidade dos usuários de responder à pandemia em rápida evolução. A ideia é que os profissionais da saúde possam incorporar o número previsto de casos, por exemplo. Enquanto isso, os departamentos de saúde estaduais e municipais podem usar a previsão de infecções para informar estratégias de teste e identificar áreas de risco de surto.

Quando inicialmente lançado, as previsões públicas da COVID-19 incluíam previsões regionais (mais precisamente, nos EUA) para 14 dias. Na atualização, as empresas anunciaram que cerca de 50% mais precisão e projeções para 28 dias. O Google está estudando as possibilidades de levar o suporte para outros países. Além dessas melhorias, o Google diz que tornou os modelos de previsão iniciais personalizáveis ​​para novos problemas e conjuntos de dados. A empresa também está desenvolvendo um modelo baseado em inteligência artificial para ser usado na tomada de decisões sobre COVID-19 e outras doenças infecciosas.

Google atualiza COVID-19 Public Forecasts, conjunto de dados que faz previsões de COVID-19 nos EUA (Imagem: Reprodução/Google Cloud Platform)
Google atualiza COVID-19 Public Forecasts, conjunto de dados que faz previsões de COVID-19 nos EUA (Imagem: Reprodução/Google Cloud Platform)

“Fizemos parceria com alguns dos primeiros testadores, incluindo HCA Healthcare, para nos ajudar a entender como as previsões devem ser formatadas, o que devem prever e até mesmo testar as primeiras versões das previsões”, escreveu o chefe de pesquisa de inteligência artificial do Google Cloud, Tomas Pfister.

“Esses esforços ajudaram a melhorar as previsões antes de chegarem ao público em geral. Também expusemos o trabalho a um escrutínio científico significativo dentro do Google, com especialistas em estatísticas e epidemiologistas examinando o trabalho para garantir que estava seguindo os mais altos padrões científicos", contou Pfister. "Projetamos um processo de lançamento de previsão diário responsável que primeiro executa mais de 100 verificações de integridade em busca de qualquer anomalia, e exigimos que um humano fizesse uma análise qualitativa para verificar os problemas. Todos os dias, nosso treinamento de modelo pesquisa centenas de opções, e a equipe trabalha para garantir que os melhores modelos alcancem nossos usuários", concluiu.

O Google também trabalhou com especialistas em justiça e ética internamente para executar uma análise de justiça, observando como os erros relativos e absolutos diferem entre os grupos demográficos (particularmente as populações negra e latina) e interpretando os resultados. Mais de 100 funcionários da Alphabet, empresa controladora do Google, contribuíram para o desenvolvimento.

Fonte: Canaltech

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