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Google aponta seis resoluções de Ano-Novo para apostar na nuvem em 2020

Nathan Vieira

Você está familiarizado com o Google Cloud? Trata-se da suíte de computação em nuvem oferecida pelo Google, conhecida por trazer recursos de plataforma e soluções da indústria, além de experiência para que as organizações reinventem seus negócios a partir de inovação baseada em dados e uma infraestrutura moderna de computação. Acontece que, nesse início de ano, o Google propôs seis resoluções de Ano-Novo (sim, semelhantes às que a gente costuma fazer, do tipo "voltar à academia" ou "começar um curso de inglês"), cuja premissa é dar os passos necessários para alcançar uma infraestrutura em nuvem.

O Google argumenta que o mercado de computação em nuvem continua em franco crescimento. Segundo a consultoria IDC, 80% das mil maiores empresas da América Latina utilizarão tecnologias multi-cloud até 2024 e a estimativa é de que 70% das plataformas e infraestrutura on-line criadas na América Latina estarão hospedadas na nuvem até 2022, e somente no Brasil, ainda segundo a IDC, a previsão é de que os contratos de aquisição de infraestrutura, plataformas e softwares de nuvem pública dobrem nos próximos dois anos. Mas vamos às dicas, ou melhor, resoluções do Google:

1. Reduzir o volume de dados

Uma dica para economizar nos gastos de TI é revisar arquivos antigos e desatualizados para identificar oportunidades de excluir informações que não sejam mais úteis. Assim, é possível ganhar espaço, reduzindo a necessidade de novos investimentos em armazenamento de nuvem. Parece básico, mas é algo que precisa estar no radar.

2. Gerar novos insights para o negócio

A nuvem abre novas possibilidades para explorar os dados gerados pela empresas. Tecnologias sem servidor — serverless, em inglês — permitem a geração de insights mais significativos para o negócio. A Fiat Chrysler Automobile (FCA), por exemplo, adotou a ferramenta BigQuery para entender o comportamento digital dos consumidores, melhorando a gestão de potenciais clientes, além de otimizar o investimento em mídia digital.

3. Estimar custos com a nuvem

O modelo de precificação para armazenamentos em nuvem pode variar bastante conforme cada projeto. Além disso, há opções como nuvem pública, privada, multi-cloud, entre outras, que precisam ser consideradas. Os gestores de TI podem usar ferramentas como a calculadora de preços do Google Cloud Platform (GCP) para estimar os custos dos projetos e entender como otimizar o orçamento de TI para 2020.

4. Aprender novas habilidades

Se você deseja aprimorar suas habilidades em nuvem ou aprender sobre uma nova ferramenta, existem diversas áreas para se explorar, especialmente as que estão em ascensão nesse mercado. Entre os treinamentos oferecidos pelo Google Cloud mais buscados estão desde cursos básicos, sobre nuvem para negócios, infraestrutura, dados e machine learning, até questões mais específicas, como segurança e engenharia de dados dentro da Google Cloud Platform.

5. Usar a colaboração para desenvolver produtos

Muitas das ferramentas de nuvem são baseadas no conceito do código aberto, permitindo que qualquer pessoa faça uso de um design ou projeto. Esses recursos permitem que os desenvolvedores possam contribuir projetos de forma colaborativa, ampliando ou aprimorando códigos disponíveis nas plataformas. Você pode fazer parte da comunidade do Google Cloud, seja participando do Github, ou se certificando em nuvem com seus colegas.

6. Monitorar a nuvem sem dores de cabeça

Após migrar para a nuvem, a próxima etapa é estar no controle de todos os dados da empresa. As ferramentas de monitoramento permitem configurar alertas e usar os dados coletados para fazer alterações e melhorias em seus sistemas armazenados, como os recursos disponível.

Fonte: Canaltech

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