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Google anuncia tecnologia com IA que identifica câncer de mama

Google anunciou que licenciou um projeto de pesquisa de inteligência artificial (IA) para o câncer de mama (Getty Image)
Google anunciou que licenciou um projeto de pesquisa de inteligência artificial (IA) para o câncer de mama (Getty Image)
  • Câncer de mama é a principal causa de morte entre as mulheres;

  • Google quer utilizar inteligência artificial para identificar a doença;

  • Tecnologia pode ajudar no diagnóstico precoce do problema.

O câncer de mama é o tipo mais comum, depois do de pele não melanoma, de acordo como Instituto Nacional de Câncer. A doença também é o que causa mais mortes entre as mulheres no Brasil.

Para ajudar no diagnóstico precoce, o Google anunciou nesta quarta-feira (30) que licenciou um projeto de pesquisa de inteligência artificial (IA) para identificar o problema.

Essa é a a primeira vez que a ideia ganha essa dimensão comercial, com o objetivo de aprimorar os recursos atuais para detectar doenças do gênero.

A tecnologia deve chegar a ambientes clínicos por volta de 2024, conforme informações divulgadas pela gerente de comunicações do Google, Nicole Linton. Já a implementação comercial depende do sucesso dos testes contínuos que pode validar o uso dessa IA em escala maior.

Essa parceria é baseada em um trabalho anterior do Google para melhorar a detecção do câncer de mama. Dois anos atrás, os pesquisadores da companhia publicaram um artigo na revista Nature, no qual defendem que o sistema de IA da marca superou vários radiologistas na identificação de sinais da doença.

A pesquisa diz que o modelo reduziu os falsos negativos em até 9,4% e os falsos positivos em até 5,7%, entre milhares de mamografias estudadas.

Com a movimentação, a iCAD quer incorporar o modelo de pesquisa da gigante da tecnologia às ferramentas já utilizadas pela empresa.

Uma exemplo é a "ProFound AI", que analisa imagens de tomossíntese digital de mama (DBT na sigla em inglês), uma técnica de imagem avançada às vezes chamada de “mamografia 3D”. Na prática, a ferramenta digitaliza imagens para procurar densidades e calcificações de tecidos moles procurando por alterações malignas.