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Golpistas usam Receita Federal para vender produtos com desconto

Golpe: Anúncios pagos na internet atraem e enganam consumidores. (Getty Images)
Golpe: Anúncios pagos na internet atraem e enganam consumidores. (Getty Images)
  • Golpe: Receita alerta para crime envolvendo seu nome;

  • Criminosos fingem que o órgão está vendendo produtos com preços bem abaixo do mercado;

  • No entanto, a entidade e suas alfândegas não comercializam nenhum tipo de mercadoria.

A Receita Federal divulgou um alerta aos consumidores sobre um novo golpe na internet. Os criminosos têm usado o nome do órgão e de suas respectivas alfândegas para supostamente vender produtos bem abaixo do preço praticado no mercado.

Na maioria das vezes, os golpistas se utilizam de anúncios pagos, em sites ou redes sociais, para atrair e enganar os consumidores. Como trata-se de uma falsa venda, a pessoa que realiza o pagamento perde o dinheiro e nunca recebe o produto.

Em nota, o órgão explicou que não comercializa nenhum tipo de mercadoria, nem suas alfândegas. “Essas unidades são responsáveis por gerir e executar atividades de controle aduaneiro, de atendimento e orientação ao cidadão e as relativas ao combate aos ilícitos tributários e aduaneiros, inclusive à contrafação, à pirataria, ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, ao tráfico internacional de armas de fogo e munições e à lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, observadas as competências específicas de outros órgãos”.

Outros golpes

Recentemente, a Receita também avisou que criminosos estão se passando por servidores do órgão ou empresas de empréstimo financeiro para solicitar que a vítima pague, via Pix, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) antes que o valor do empréstimo seja liberado. As notificações costumam ser enviadas pelo correio.

Vale destacar que a Receita nunca fornece dados para recolhimento de tributos via transferências e que o recolhimento do IOF é feito somente via documento Arrecadação de Receitas Federais (Darf), pago pela empresa de empréstimo, e não pelo consumidor. Além disso, os servidores do órgão não entram em contato direto com o cidadão para cobrar o pagamento do Imposto, muito menos oferecer serviços de empréstimo.

O mesmo acontece com quem precisa regularizar o CPF. Segundo a Receita, alguns anúncios presentes no Google são de falsas empresas que prometem prestar o serviço mediante o pagamento de uma taxa, mas fogem com o dinheiro e ainda roubam dados dos contratantes.

A entidade lembra que o cidadão tem, de fato, a possibilidade de pagar profissionais para regularizar o CPF, mas antes que qualquer processo seja feito, orienta que é necessário verificar a reputação do contratado – especialmente se for de forma online. Além disso, dá para realizar o processo pelo site da Receita Federal ou em suas redes de atendimento, de forma totalmente gratuita.

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