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Golpes que usam nomes de grandes marcas geraram R$ 2 bilhões em prejuízos

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

Os golpes que utilizam os nomes de grandes marcas e empresas geraram R$ 2 bilhões em prejuízos aos brasileiros desde o início da pandemia. O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), mostram o sucesso de tentativas de fraudes envolvendo engenharia social, uma das principais ondas do cibercrime a ganhar força durante o período de isolamento social.

É um aumento que, na visão de especialistas, acompanha também o crescimento nos números do comércio eletrônico. Com as pessoas em casa, aumentaram as vendas online, com 41% a mais de vendas no ano passado em relação a 2019. Essa tendência aumenta a procura por promoções e melhores oportunidades, constituindo, também, a isca perfeita para golpistas interessados no roubo de dados pessoais e, principalmente, bancários.

De acordo com o Empresômetro, unidade do IBPT responsável pelo levantamento, o maior volume de fraudes no varejo acontece, justamente, por meio de engenharia social. São e-mails, mensagens de texto ou até ligações em que os bandidos se passam por representantes de empresas e oferecem vantagens, promoções ou atendimento, com o intuito de obter informações do consumidor.

O principal método é o uso de sites falsos, com cadastros cujos dados são enviados aos bandidos e, depois, usados para compras. O rastreamento dos responsáveis é dificultado pelo uso de endereços de laranjas ou entregas comunitárias, garantindo que os golpistas recebam os produtos, mas impedindo a identificação pelas autoridades, que também enfrentam dificuldades diante do alto número de fraudes registradas no país.

Os números, citados em uma reportagem do jornal O Globo, são impressionantes. De acordo com a Axur, consultoria voltada ao mercado financeiro, cerca de 45% dos cartões de crédito comprometidos em 2020 pertenciam a brasileiros, com o prejuízo das compras fraudulentas, normalmente, ficando com a loja. Não apenas o estorno de compras é realizado pelas bandeiras diretamente aos clientes, normalmente após o envio do produto, como os estabelecimentos com alto índice de devoluções pode ser penalizado com multas.

As recomendações de segurança envolvem atenção no recebimento desse tipo de comunicação. É sempre bom desconfiar de ofertas mirabolantes ou produtos baratos demais, assim como uma suposta disponibilização gratuita de serviços pagos. Antes de clicar e, principalmente, preencher um cadastro, vale a pena pesquisar em redes sociais ou sites informativos, bem como nas páginas das próprias empresas, sobre a existência de tais promoções.

Além disso, informes de problemas ou chamados de suporte também só devem ser atendidos a partir de meios oficiais, e não a partir de mensagens que cheguem pelo WhatsApp, e-mail ou outras alternativas. O ideal é sempre ignorar e, na dúvida quanto à veracidade da solicitação, entrar em contato pelo telefone ou métodos oficiais, disponíveis no site da empresa, em vez de clicar em links que sejam enviados em tais comunicações.

Fonte: Canaltech

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