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Golpe do leilão: médica perde R$ 240 mil tentando comprar lancha e carros

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
A médica Camila Costa, vítima de golpe de leilão falso.
A médica Camila Costa, vítima de golpe de leilão falso.

Mais um caso em que uma quadrilha se utiliza de um site falso de leilões para roubar o dinheiro de pessoas desavisados ocorreu, dessa vez no Rio Grande do Norte.

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Segundo Camila Costa revelou ao portal de notícias UOL, ela e o marido se “deslumbraram” com o valor baixo do lote, e não se deram conta de que se tratava de um site de leilões falso.

Eles fizeram a transferência do valor, ao saberem que tinham “vencido” o suposto leilão, e só perceberam que era um golpe no momento em que foram retirar os itens.

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Afinal, não havia item nenhum. Segundo Camila, o golpe lhe custou todas as economias de dois anos e meio. O local de retirada dos itens era uma metalúrgica.

"Um senhor que chegou após alguns minutos me alertou que eu caíra em um golpe e que outras pessoas já haviam ido lá atrás de carros de leilão. Aí, fomos à delegacia”, contou Camila ao UOL.

Na semana passada, foi notícia a história do piloto pernambucano Pedro Ferreira, de 28 anos, vítima de um golpe semelhante, que o deixou sem todas as suas economias – um total de R$ 63 mil.

Segundo Ferreira, ele foi enganado por uma quadrilha que “clona” sites de leilão, e assim conseguem o dinheiro da vítima. Ferreira achou que estava investindo seu dinheiro na compra de um veículo, em uma página que imitava uma famosa casa de leilões pernambucana, mas não passava de um truque.

O que atraiu Ferreira foi o preço do veículos escolhido, abaixo do mercado.

Os golpistas entraram em contato cm Ferreira por telefone, depois de ele ter manifestado interesse no suposto carro, e aí o convenceram a transferir o dinheiro.

“Recebi uma ligação da suposta empresa me parabenizando pela compra do carro. Em seguida, foi me explicando como eu precisava fazer para seguir com o processo. Assinei o contrato, realizei a transferência bancária e aguardei a nota fiscal", disse o piloto ao UOL.

"Quando fui pesquisar, cliquei na primeira opção de site que apareceu na internet. Vi que era real pelo endereço, logomarca, telefones com DDD do estado, além de outros detalhes. Não tive dúvidas e fiz o negócio.”

Depois de transferir o dinheiro, os golpistas deixaram de atender o piloto, que abriu queixa na delegacia especializada em crimes virtuais. A Polícia Civil informou que investiga o caso.

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