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Goldman vê restrições, não lockdowns, em países da área do euro

·1 min de leitura

(Bloomberg) -- Economistas do Goldman Sachs preveem que a nova onda de casos de coronavírus vai levar a mais “restrições específicas” nas quatro maiores economias da área do euro, mas acreditam que lockdowns nacionais generalizados serão evitados.

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Esse cenário aponta para um impacto na economia da zona do euro de 0,2 ponto percentual tanto no último trimestre do ano quanto nos primeiros três meses de 2022, disseram os economistas Sven Jari Stehn, Steffan Ball e Alain Durre em nota aos clientes na terça-feira. O efeito na Alemanha será pior do que na Itália e na Espanha, afirmaram.

O cenário negativo do Goldman - com o retorno dos lockdowns do último inverno no hemisfério norte - mostra queda acumulada de 1,4% do PIB da área do euro. “Em cada cenário, a atividade se recupera no segundo e terceiro trimestre do ano que vem à medida que os países eliminem as restrições na primavera”, escreveram os economistas.

Países europeus voltam a impor medidas restritivas para controlar o aumento de infecções de Covid-19, que ameaçam sobrecarregar os sistemas de saúde do continente e atrasar a recuperação econômica.

O governo austríaco já impôs outro lockdown, enquanto o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, disse na semana passada que não descarta a medida na maior economia da Europa.

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