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Goldman Sachs é o primeiro grande banco de Wall Street a sair da Rússia

Goldman Sachs tinha baixa exposição de crédito no país, em comparação com as operações em outras nações (Avishek Das/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Goldman Sachs tinha baixa exposição de crédito no país, em comparação com as operações em outras nações (Avishek Das/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Mercado russo, no entanto, representa apenas uma pequena parte dos negócios do Goldman Sachs

  • Funcionários já haviam pedindo para serem transferidos para fora do país

  • Citigroup, maior banco americano na Rússia, anunciou que investiga formas de deixar o país.

O Goldman Sachs Group Inc. avisou nesta quinta-feira, 10, que planeja encerrar suas operações na Rússia, tornando-se o primeiro grande banco de Wall Street a cortar laços com o país desde a invasão da Ucrânia.

"O Goldman Sachs está encerrando seus negócios na Rússia em conformidade com os requisitos regulatórios e de licenciamento", disse o banco em comunicado ao portal americano Insider. "Estamos focados em apoiar nossos clientes em todo o mundo na gestão ou fechamento de obrigações pré-existentes no mercado e garantir o bem-estar de nosso pessoal".

Apesar de já operar a alguns anos no país, os negócios do Goldman Sachs eram relativamente pequenos para os padrões de um banco desse porte. Registros da empresa mostram uma exposição total de crédito de cerca de US$ 650 milhões, ou R$ 3,2 bilhões.

De acordo com a publicação americana Bloomberg, no início do mês alguns funcionários do banco pediram para ser realocados de Moscou para Dubai.

Citigroup Inc. estuda uma saída da Rússia

Apesar do Goldman Sachs ser o primeiro grande banco de Wall Street a sair do país, na quarta-feira, 09, o Citigroup já havia comunicado estar avaliando a manutenção de suas operações no país. Ao contrário do Goldman, o Citigroup tem maior presença na Rússia do que qualquer outro banco americano.

Anteriormente o Citi já havia anunciado esforços para sair de seus negócios de varejo em solo russo. De acordo com Edward Skyler, vice-presidente executivo de Relações Públicas Globais, o banco agora está "operando de forma mais limitada, dadas as circunstâncias e obrigações atuais".