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Goldman Sachs cria joint venture para tecnologia automotiva

Kiel Porter, Crystal Tse e Liana Baker
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Goldman Sachs criou uma joint venture em seu banco de investimento com foco em atender clientes de tecnologia automotiva como a Tesla e a nova classe de empresas que tentam competir com a maior fabricante de veículos elétricos.

O Goldman nomeou dois banqueiros de investimento para liderar a iniciativa de tecnologia automotiva: Chris Buddin, especialista em tecnologia em São Francisco, e Fausto Monacelli, que trabalha em Nova York com foco no segmento industrial.

O empreendimento formaliza uma parceria entre as equipes industriais e de tecnologia, mídia e telecomunicações do Goldman que já vinham colaborando em acordos há anos, disse em entrevista David Friedland, responsável pelo grupo de mercados cruzados das Américas.

“Isso levará a uma maior colaboração, maior dedicação de recursos, execução mais eficiente de oportunidades e mais apoio institucional interno”, disse Friedland.

Acordos no setor tecnologia automotiva estão em alta neste ano, com mais a caminho. A Rivian Automotive, startup de veículos elétricos com Amazon.com e Ford Motor entre os investidores, poderia abrir capital já em setembro com valor de US$ 50 bilhões ou mais, segundo reportagem da Bloomberg News.

Enquanto isso, dezenas de fabricantes de veículos elétricos abrem capital por meio de empresas de aquisição de propósito específico, as chamadas firmas de cheque em branco, inspiradas pela ascensão meteórica da Tesla nas bolsas.

“A forma como a Tesla cresceu e é valorizada dá às pessoas a confiança de que há espaço para o crescimento de startups neste setor”, disse Buddin em entrevista.

Além da Tesla, o Goldman trabalhou com clientes no segmento como Uber Technologies e em fusões de empresas de cheque em branco, como Lordstown Motors.

Com mais empresas de veículos elétricos listadas, isso poderia levar a mais negócios no futuro, disse Monacelli em entrevista.

“Provavelmente teremos mais capital levantado, e também fusões, aquisições e consolidação conforme as empresas trabalham para aprimorar suas capacidades e expandir seus mercados acessíveis”, disse Monacelli.

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