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Goldman revela número de funcionários negros nos EUA pela 1ª vez

Max Abelson
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- No Goldman Sachs, 1.548 executivos nos Estados Unidos comandam o banco. Desse grupo, 24 são homens negros e 25 são mulheres negras.

São novos números de dados divulgados pelo banco pela primeira vez na terça-feira como parte do relatório de sustentabilidade.

“Ainda há um longo caminho pela frente”, escreveu o CEO David Solomon na introdução, “mas continuarei a fazer desse esforço uma prioridade pessoal”.

O relatório fornece o quadro mais claro até o momento da força de trabalho do Goldman nos Estados Unidos. Abaixo desse grupo do alto escalão, em um conjunto de 3.411 executivos no primeiro nível e gerentes de nível médio, 57 são homens negros e 48 são mulheres negras. No geral, os dados mostram uma ligeira melhora em uma empresa onde os negros representam 6,8% da força de trabalho nos EUA em relação a 6,6% no relatório do ano passado. Cerca de 13,4% da população dos EUA é negra, de acordo com o Censo do país.

“Todos reconhecem a necessidade de sermos mais transparentes”, disse Erika Irish Brown, ex-diretora de diversidade do banco, durante o evento New Voices da Bloomberg em dezembro. “Nossa equipe quer essa transparência.” Ela deixou o banco no mês passado e foi contratada pelo Citigroup, sendo substituída por Megan Hogan.

O Goldman tem mais executivos negros nos EUA do que o Morgan Stanley, onde 37 dos 1.705 líderes são negros. No Bank of America, existem 201 executivos negros de um total de 4.191 no país, e entre os 108 líderes do Citigroup em 2019 havia quatro homens negros e nenhuma mulher negra. Ray McGuire, um dos banqueiros negros mais proeminentes de Wall Street, deixou o Citigroup no ano passado para concorrer à prefeitura de Nova York.

Os novos números do Goldman mostram que 160 homens e 74 mulheres de origem asiática são executivos nos Estados Unidos, ou cerca de 15% do alto escalão. A proporção de mulheres executivas - 24,7% - é menos que uma em cada quatro.

O banco tem pedido a acionistas que votem contra uma auditoria racial independente de seus negócios, um mergulho profundo para saber como a empresa de Nova York pode ter contribuído para as desigualdades raciais no sistema financeiro. O JPMorgan Chase e o Citigroup chegaram ao ponto de pedir a reguladores o veto de resoluções semelhantes, tentativas que foram negadas.

Os números demoraram a chegar. Por anos, muitos dos maiores bancos dos EUA compartilharam publicamente dados sobre funcionários fornecendo percentagens em vez de números concretos. No ano passado, o Goldman e dezenas de outras empresas concordaram em divulgar informações detalhadas sobre raça, gênero e etnia como parte de um esforço da controladoria de Nova York e três fundos de aposentadoria da cidade.

“À medida que buscamos promover a equidade racial, tanto em nossa empresa quanto em nossas comunidades, queremos enfatizar que este é um momento-chave para efetuar melhorias duradouras”, escreveu Hogan no relatório. “Estamos em um ponto de inflexão fundamental e este debate é apenas o começo.”

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