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Goldman está otimista com commodities e vê superciclo duradouro

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O Goldman Sachs está “extremamente otimista” com as commodities, em meio a um superciclo que tem potencial para durar uma década, de acordo com Jeff Currie, chefe global de pesquisa de commodities do banco.

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O novo ano começou com um pano de fundo que inclui deslocamentos recordes em energia, metais e agricultura, e quantias significativas de dinheiro no sistema, disse Currie em entrevista à Bloomberg Television. Além disso, as posições de investimento em commodities estão baixas, acrescentou.

“O melhor lugar para estar alocado agora, especialmente dado o pivô do Fed, são as commodities”, disse Currie, referindo-se à decisão do Federal Reserve de começar a aumentar a taxa de juros ainda este ano. “Achamos que você verá mais um ano de desempenho acima da média de commodities e ativos reais de forma mais ampla.”

O Goldman afirmou em outubro de 2020 que as commodities estavam iniciando um superciclo que poderia durar anos e possivelmente uma década. O mercado de petróleo em particular pode apertar, mesmo com a aliança Opep+ concordando em aumentar a produção para o mercado, visto que a pandemia continua a ameaçar a demanda e os investimentos.

Os únicos dois países do mundo que podem produzir mais petróleo hoje do que em janeiro de 2020 são a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, disse Currie. “Todos os outros países do mundo têm dificuldades” para atingir o nível pré-pandêmico.

O preço-alvo do Goldman Sachs para o petróleo Brent no primeiro trimestre é de US$ 85 o barril, mas sob a premissa de que a produção iraniana retornará ao longo do ano -- o que parece cada vez mais improvável -- acrescentou. O contrato está sendo negociado atualmente em torno de US$ 81 o barril.

“Este mercado tem potencial para ficar muito apertado ao longo dos próximos 3-6 meses”, disse Currie.

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