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Goldfajn focará eficácia dos empréstimos durante presidência do BID

Presidente do BID, Ilan Goldfajn, em Brasília

(Reescreve título para retirar menção a "polarização do BID")

NOVA YORK (Reuters) - O novo presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o brasileiro Ilan Goldfajn, disse na quinta-feira que o credor está em uma posição ideal para combater a polarização, ao mesmo tempo que busca entregar resultados mais efetivos para a América Latina e o Caribe.

“Neste momento de polarização e incerteza global, nosso futuro não depende de sermos confrontadores, mas de sermos mais colaborativos”, disse ele em seu discurso inaugural.

Goldfajn assume as rédeas do BID depois que o conselho votou para expulsar seu antecessor, o norte-americano Mauricio Claver-Carone, após uma investigação que mostrou que ele tinha um relacionamento íntimo com uma subordinada.

O ex-presidente Jair Bolsonaro indicou Goldfajn como substituto em outubro, e sua nomeação enfrentou resistência da equipe do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, Goldfajn era diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional.

Em seu discurso preparado, Goldfajn não mencionou especificamente os ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília ou o pior surto de violência no Peru em 20 anos que custou a vida de pelo menos 40 pessoas.

Goldfajn disse que as pessoas da região "precisam de melhores empregos, ruas mais seguras, assistência médica de qualidade, internet mais rápida, melhores serviços públicos, melhor infraestrutura e outros elementos essenciais da vida aos quais aspiram com razão", e que o BID é a instituição "que pode melhor ajudar a região a realizar esse desejo".

Ele disse que questões sociais e mudanças climáticas estão entre as áreas para as quais ele direcionará as prioridades do credor.

O BID, com sede em Washington, é um importante investidor na América Latina e no Caribe, por trás de quase 600 projetos em andamento de infraestrutura, saúde, turismo e outros. Foi responsável por 23,4 bilhões de dólares em financiamento e outros compromissos financeiros em 2021.

(Reportagem de Rodrigo Campos)